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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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ESTUDO DO APOCALIPSE [texto 089] A Sétima Taça O juízo sobre a Babilônia O nascimento da Babilônia

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ESTUDO DO APOCALIPSE  
A Sétima Taça _ texto 089




"Então, derramou o sétimo anjo a sua taça pelo ar, e saiu grande voz do santuário, do lado do trono, dizendo:
Feito está! E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande.
E a grande cidade se dividiu em três partes, e caíram as cidades das nações. E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira. Todas as ilhas fugiram, e os montes não foram achados; também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento; e, por causa do flagelo da chuva de pedras, os homens blasfemaram de Deus, porquanto o seu flagelo era sobremodo grande." Apocalipse 16.17-21.

O juízo desta sétima taça é o que há de mais terrível até então. O profeta Isaías já havia profetizado o seguinte:

"Terror, cova e laço vêm sobre ti, ó morador da terra. E será que aquele que fugir da voz do terror cairá na cova, e, se sair da cova, o laço o prenderá; porque as represas do alto se abrem, e tremem os fundamentos da terra. A terra será de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a terra violentamente se moverá. A terra cambaleará como um bêbado e balanceará como rede de dormir; a sua transgressão pesa sobre ela, ela cairá e jamais se levantará.
Naquele dia, o Senhor castigará, no céu, as hostes celestes, e os reis da terra, na terra. Serão ajuntados como presos em masmorra, e encerrados num cárcere, e castigados depois de muitos dias. A lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o Senhor dos Exércitos reinar no monte Sião e em Jerusalém; perante os seus anciãos haverá glória." Isaías 24.17-23.

A sétima taça da cólera de Deus é paralela, em quase todos os pontos, à sétima trombeta de juízo. Ambas envolvem a ira divina e o final dos tempos.
Também ambas anunciam relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e saraivada. A diferença mais marcante é a intensidade do terremoto.
Na sétima trombeta, o terremoto sacode a cidade de Jerusalém e mata sete mil pessoas, enquanto na sétima taça da ira de Deus o terremoto é em uma escala imensurável e nunca vista antes, desde a criação do ser humano.
Em virtude disso, a "grande cidade", isto é, Jerusalém, é dividida em três partes, enquanto que as demais cidades das nações caem.
Nenhuma cidade das nações será excluída de ser atingida pela destruição e pelo caos. O que significa dizer que nenhuma pessoa estará imune a este flagelo da cólera de Deus.


Com este grande terremoto o planeta será transformado de tal forma que ocorrerão gigantescas alterações continentais. Acredita-se que através de grandes fenômenos físicos, tais como dilúvio, maremotos e terremotos, a Terra será deslocada do seu lugar original, formando assim divisões continentais.

A Terra, sacudida por este terremoto de proporções imensuráveis, irá se assemelhar à descrição do profeta Isaías, que diz: “A terra cambaleará como um bêbado e balanceará como rede de dormir..." Isaías 24.20
Acredita-se também que as grandes massas de terra se ajuntarão e formarão uma única porção seca. A observação de um mapa-múndi pode nos dar uma boa ideia disso. Se recortarmos os continentes e os juntarmos como um quebra-cabeça, perceberemos que eles são bem adaptáveis.
O apóstolo João descreve: "Todas as ilhas fugiram, e os montes não foram achados.” (Apocalipse 16.20) É provável que as ilhas e os montes se fundam de tal forma, que toda a natureza esteja preparada para receber o reinado do Senhor Jesus, juntamente com a Sua Igreja glorificada, durante o Milênio de paz.
E este reinado de paz, que será estendido por todo o mundo durante mil anos, será estabelecido a partir de Jerusalém. O profeta Zacarias, profetizando sobre este dia, disse:
"Naquele dia, também sucederá que correrão de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e a outra metade, até ao mar ocidental; no verão e no inverno, sucederá isto. O Senhor será Rei sobre toda a terra; naquele dia, um só será o Senhor, e um só será o Seu nome." Zacarias 14.8-9.
O "mar oriental" é o Mar Morto, e o "mar ocidental" é o Mar Mediterrâneo. Isso significa que Jerusalém se tornará uma cidade portuária. E o Mar Morto, conforme o profeta Ezequiel, tornar-se-á em água potável:"Então, me disse: Estas águas saem para a região oriental, e descem à campina, e entram no mar Morto, cujas águas ficarão saudáveis." Ezequiel 47.8
Paradoxalmente às consequências funestas deste último e derradeiro juízo da cólera de Deus, temos a gloriosa volta do Senhor Jesus Cristo, juntamente com a Sua Igreja glorificada.
E isto vai acontecer exatamente na cidade de Jerusalém. O sentido espiritual e geográfico disto significa o seguinte: enquanto o forte e grande terremoto sacode todo o planeta, impondo destruição às cidades das nações de todo o mundo, o seu efeito sobre a cidade de Jerusalém será diferente.
Ela será dividida em três partes, como já vimos nas profecias. É muito interessante o fato de que em Jerusalém já exista uma divisão natural bem representativa: o Monte Moriá, o Monte Calvário e o Monte das Oliveiras.

O Monte Moriá representa o Deus-Pai, pois foi lá que Abraão ofereceu o seu filho Isaque, e também Salomão construiu o Templo do Deus de Israel. O Monte Calvário representa o Filho, porque neste lugar a maior prova de amor pela humanidade foi realizada: Deus entregou o Seu próprio Filho por nós.

Finalmente o Monte das Oliveiras - Monte da Unção - representa o Espírito Santo, pois o sumo do fruto da oliveira é o elemento que simboliza o Espírito de Deus.
Quem sabe se as três partes de Jerusalém não virão a ter o mesmo simbolismo da Santíssima Trindade durante o Milênio?

O juízo sobre a Babilônia



"Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.
Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres. Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição.
Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: Babilônia, a Grande, a Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra. Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto." Apocalipse 17.1-6.


Não podemos nos esquecer que o Apocalipse foi originalmente escrito para a Igreja cristã primitiva, que sofria perseguições por parte do Império Romano. Esta perseguição era especialmente intensa, porque os verdadeiros cristãos eram os únicos que se recusavam a adorar o imperador.
Naquele tempo, os "Neros" impunham a todos os súditos do império a adoração da sua pessoa pelo menos um dia no ano. E como isto contraria totalmente a fé cristã, a qual ensina que somente devemos adorar ao Deus Vivo, aqueles cristãos se recusavam terminantemente a obedecer. Assim sendo, eles se autocondenavam à morte.
Temos estudado a respeito dos juízos de Deus sobre a humanidade portadora da marca da besta e adoradora da sua imagem. Terminados os juízos divinos sobre os rebeldes seres humanos, João começa então com a descrição da Babilônia, para, em seguida, falar do seu julgamento.


De acordo com a descrição do apóstolo, não resta a menor dúvida de que a Babilônia se trata de algo extremamente abominável, tendo em vista que além de ser objeto da ira de Deus é também objeto do furor da Sua ira.

No presente capítulo inicialmente é caracterizada como uma mulher sentada no deserto, em meio aos juízos do final dos tempos. Ela é chamada de "grande meretriz" (Apocalipse 17.1), e depois de “Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra" (Apocalipse 17.5).

É importante observarmos que Satanás, em tudo e por tudo, sempre tentou imitar as coisas de Deus. E conforme ele vai sendo desmascarado, com o desenrolar dos juízos divinos, a verdade também vai sendo revelada.
Já vimos, por exemplo, que os personagens principais destes últimos capítulos do Apocalipse são o dragão vermelho (diabo), a besta que emerge do mar (anticristo) e a besta que emerge da terra (falso profeta).
Essa é a trindade satânica, que se contrapõe à Santíssima Trindade. Mas agora surge um novo personagem: a Babilônia, a Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra. Justamente o oposto absoluto da noiva do Cordeiro - a Igreja arrebatada e glorificada.
Enquanto a Babilônia "se acha sentada sobre muitas águas" (Apocalipse 17.1), a Igreja do Senhor Jesus se acha no Céu, na presença de Deus. O anjo do Senhor revela a João o seguinte: "... As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas." Apocalipse 17.15.


O capítulo 13 do Apocalipse nos apresenta o Império Romano restaurado, pois tanto o anticristo quanto o falso profeta emergem respectivamente do mar e da terra.
Mas aqui, no capítulo 17, vemos algo novo, isto é, o anticristo que encabeça o falso profeta – e portanto poderoso – mas que agora leva a mulher, conforme diz o anjo para João: "... Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher." Apocalipse 17.7.
Mas quem, afinal de contas, é esta mulher, ou esta Babilônia? Vejamos por partes o que o anjo falou com o apóstolo João:
"Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra." Apocalipse 17.1-2.

O nascimento da Babilônia


A primeira característica do caráter desta Babilônia é: grande meretriz. Ora, que razão, porventura, teria o anjo de Deus para chamar a Babilônia de grande meretriz?
Sabemos que meretriz, ou prostituta, é a mulher que pratica o ato sexual por dinheiro. E essa característica não é de nascimento, pois todas as pessoas, por mais cruéis e rebeldes que sejam, não nascem assim.
Pelo contrário, todas elas nascem imbuídas de inocência e pureza. Mais tarde, porém, levadas pelas circunstâncias, escolhem o caminho que mais lhes convém.
Assim foi o nascimento da Igreja primitiva, que no seu primeiro amor ao Senhor Jesus era inocente e pura na fé. Mas Satanás, usando os imperadores romanos, partiu contra ela através de uma cruel e implacável perseguição.


Os fiéis eram arrastados e lançados às feras ou queimados vivos diante de milhares de espectadores. E, mesmo assim, aquela gente corajosa não se intimidava diante das ameaças e da morte, pois mantinha acesa a chama da fé no Deus Vivo.
Isto impressionava de tal forma os romanos, que eles acabavam por se converterem também. Satanás, então, ao invés de ver o número de cristãos diminuindo, via aumentando cada vez mais.
Foi aí que ele percebeu que quanto maior e mais cruel for a perseguição, maior é o número e melhor a qualidade de cristãos. Então ele mudou a tática e forjou a conversão do imperador Domiciano ao cristianismo.
E, a partir de então, ele fez aliança do seu império com os verdadeiros cristãos, chamando-os para fazerem parte do Império Romano. As benesses do Império, a luxúria, o poder temporal, além das satisfações carnais, foram apagando a pureza da fé e a dependência de Deus, para dar lugar à razão e à dependência do Império.
Esta aliança impôs à Igreja cristã uma comodidade espiritual, de modo que aqueles que viviam pela fé, ou seja, na base do crer para ver, passaram a viver na base do ver para crer, isto é, de acordo com a lógica racional.
A união da Igreja primitiva com o Império Romano fez nascer, então, a Babilônia. Daí, de virgem, pura e imaculada ela passou à condição de meretriz, e até mãe das meretrizes e das abominações da Terra.


A sua prostituição se deve ao fato de ter ela abandonado o seu primeiro amor, para se entregar, em troco de ouro e poder material, aos reis da Terra. A atitude da Igreja primitiva para com o Senhor Jesus foi a mesma de Israel para com o Deus dos seus pais. O profeta Isaías escreveu: “Porque o Teu Criador é o Teu marido; o Senhor dos Exércitos é o Seu nome; e o Santo de Israel é o Teu Redentor; Ele é chamado o Deus de toda a terra.” Isaías 54.5.
A Igreja primitiva deixou o Senhor, e, como consequência da sua prostituição, nasceu uma gama de religiões, seitas e filosofias religiosas, radicalmente opostas às Sagradas Escrituras.
Qual religião se veste de tanta escarlata quanto a Babilônia? E onde existe um templo religioso que leva o nome da cidade, e, ao mesmo tempo, serve-lhe de trono?
O apóstolo João escreveu: “A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra.”(Apocalipse 17.18) É fato que a Babilônia, representada pela grande cidade, tem dominado os reis da Terra,incluindo até mesmo os reis ateus!

Mas ela não está só, pois existem também “igrejas evangélicas” que já têm assumido compromissos com ela. “Igrejas” e “pastores” que admitem casamento entre homossexuais, que negam a divindade do Senhor Jesus e até apostam no neo-ateísmo!

E são elas mesmas que se reúnem em um conselho mundial, instituído oficialmente. Há hoje, como já alertamos um movimento em todo o mundo no sentido de ser formada uma “igreja” unida. Rotulada de “ecumênica”, ela está avançando na Europa e na América do Norte.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino." [PROVÉRBIOS 1:7].

O que esperar de um coração que rejeita ao Deus Vivo?


Na verdade, ainda em tempo oportuno, clama a sabedoria. Pois o inferno, e o lago eterno de fogo e enxofre não foram preparados para o ser humano. E o Senhor Deus não tem prazer na morte do perverso.


"Grita na rua a Sabedoria, nas praças levanta a voz; do alto dos muros clama, à entrada das portas e nas cidades profere as suas palavras:
Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, aborrecereis o conhecimento?[PROVÉRBIOS 1:20-22].

O SENHOR está chamando, um por um. Em sua longanimidade, está esperando. O ato de gritar da sabedoria é a voz do Senhor Deus, à consciência de cada ser humano.


E dificilmente nestes dias em que vivemos, alguém poderá dizer que nunca ouviu algo sobre o Senhor Jesus. Ou ainda dizer que não sabe diferenciar o que é verdade, do que é mentira. Dizer que não sabe distinguir o justo, do injusto. 

"Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto.
Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.

Porque os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os Meus caminhos, diz o SENHOR,


porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os Meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os Meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.[ISAÍAS 55:6-9].

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