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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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Estudo do Apocalipse [texto 086] Os sete flagelos Segunda visão:os sete anjos das sete taças A Primeira Taça

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ESTUDO DO APOCALIPSE   Os sete flagelos   _ texto 086




O sinal que o apóstolo João vê é grande e admirável. Grande porque contém muito mais do que foi visto até então. Admirável porque inclui as maiores revelações a respeito dos milagres de juízo de Deus para o mundo atual.
Estes últimos juízos têm muita semelhança com os juízos das sete trombetas. A grande diferença, entretanto, é que os flagelos destes sete anjos trazem as últimas e derradeiras pragas.
Quando João nos fala destes "últimos" flagelos, podemos ter uma ideia de como eles deverão ser quando voltamos os nossos olhos também para a última praga derramada sobre o Egito.

Naquela ocasião, quando o anjo da morte passou à meia-noite pela terra do Egito, todos os primogênitos dos egípcios foram mortos, ficando livres apenas os filhos de Israel.
Mas antes de o apóstolo escrever detalhes do derramamento dos últimos flagelos ele descreve uma outra visão: a de algo como que um mar de vidro, mesclado de fogo.
Parece que ele queria dizer que esse mar se tornara uma espécie de Mar Vermelho celestial, significando que os mártires que vieram da Grande Tribulação e venceram a besta finalmente conseguiram atravessar o Mar Vermelho da Era anticristã.

Ora, o Mar Vermelho foi de importância vital para a salvação dos filhos de Israel, pois exatamente lá pereceram definitivamente todas as esperanças que Faraó tinha para manter o povo de Deus sob a escravidão egípcia.

Daí o apóstolo ver uma multidão vitoriosa, que passou pelo crivo da Grande Tribulação e que teve as suas vestiduras lavadas no sangue do Cordeiro de Deus: "... São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro." Apocalipse 7.14.
Apesar de toda a tortura física e espiritual, estes não negaram a fé. Penso que muitos destes heróis são justamente aqueles cristãos covardes de hoje, abatidos diante de uma pequena provação.
Muitos destes "cristãos de palha" pensam que professando a fé estão fazendo um grande favor para Deus, e um mínimo de decepção já é suficiente para avaliarem se continuam ou não na Igreja.
Dias virão em que não terão direito nem de crerem no Senhor Jesus, quanto mais de irem à igreja! Então, a avaliação deles será outra: perder a vida neste mundo para ganhar a eterna ou perdê-la por toda a eternidade!

A visão que o apóstolo João nos passa é a dos vencedores, daqueles que resistiram a adorar a imagem da besta e receber o número do seu nome. Eles estavam em pé em um lugar como um mar de vidro mesclado de fogo.

E o que eles faziam? Receberam harpas de Deus para terem o privilégio de entoar o mesmo cântico de louvor e glória que Moisés cantou na libertação do povo de Israel do jugo egípcio.
Naquela oportunidade, Deus libertou Israel através do sangue de um cordeirinho. E Moisés entoou um solene cântico em louvor ao Senhor (Êxodo15.1-21). Isso não significou ainda a libertação da escravidão mundana, mas apenas uma indicação profética da verdadeira redenção que viria através do Filho de Deus.
O cântico do Senhor Jesus Cristo, que eles entoaram, refere-se à redenção perfeita e eterna realizada pelo Senhor quando reconciliou o mundo Consigo mesmo, na cruz do Calvário.
O cântico de Moisés é de mediador da Antiga Aliança, e o do Senhor Jesus é de Mediador da Nova Aliança. O último resultado desta eterna redenção, que tudo completará, será a derrota do anticristo pelo Cordeiro de Deus.

O cumprimento destas profecias está se aproximando. Não há um cristão de verdade que não veja nos dias atuais sinais do fim dos tempos. Aliás, no sermão profético o Senhor Jesus fez menção de três sinais que indicarão a Sua volta: o do Filho do Homem no céu, o da figueira e o do tempo de Noé, ou seja, a corrupção moral do ser humano antes da Sua volta.

A manifestação da besta de dez chifres é iminente, pois toda a desordem moral, política, econômica e especialmente religiosa faz parte de um preparo para a sua manifestação breve.
Os governos estão cada vez mais desgastados e debilitados diante de tanta violência sobre a face da Terra. Apesar de todos os esforços políticos, o espírito terrorista avança contra todos, inclusive inocentes. Enquanto o Primeiro Mundo é assolado pelo terrorismo, o Terceiro Mundo o é pelas guerras, revoluções e intensa luta de classes. Toda essa bagunça mundial imposta pelos principados infernais tem um único objetivo: preparar o caminho para a manifestação do anticristo.


Sim, pois ele surgirá do mar das nações, isto é, do meio delas, como um político inteligente, capaz e influente, que terá respaldo em nível mundial para promover, inicialmente, uma falsa paz.

Ele surgirá como 'salvador da pátria", trazendo soluções que, aparentemente, vão lhe conceder notoriedade política e econômica em todo o mundo. Os sinais de preparação para a sua manifestação já são aparentes, pois o mundo está se dividindo em blocos; a Nova Era e o ecumenismo caminham aceleradamente juntos, e tudo isto tem ocupado as manchetes da mídia impressa e eletrônica em todo o mundo.



Segunda visão: os sete anjos das sete taças 


"Depois destas coisas, olhei, e abriu-se no céu o santuário do tabernáculo do Testemunho, e os sete anjos que tinham os sete flagelos saíram do santuário, vestidos de linho puro e resplandecente e cingidos ao peito com cintas de ouro. Então, um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus, que vive pelos séculos dos séculos. O santuário se encheu de fumaça procedente da glória de Deus e do seu poder, e ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos." Apocalipse 15.5-8.
Nesta segunda visão do apóstolo João o quadro se modifica radicalmente. Na primeira visão ele vê os vencedores da Grande Tribulação entoando o cântico de Moisés e do Cordeiro, mas aqui a sua visão é focalizada na origem dos últimos juízos de Deus.
E ele vê se abrir no céu o "santuário do tabernáculo do Testemunho" (Apocalipse 15.5). Para compreender o que isto significa precisamos voltar ao deserto do Sinai, quando o Senhor ordenou a Moisés a construção do tabernáculo, bem como os seus utensílios, incluindo a arca da Aliança. Nesta arca, revestida de ouro, foram guardadas as tábuas nas quais Deus escreveu a Lei. Estas tábuas da Lei de Deus eram o testemunho da Sua vontade para o povo de Israel.

Mais tarde, "... o Verbo se fez carne e habitou entre nós..." (João 1.14), e "... o Verbo era Deus" (João 1.1). Sim, o próprio Deus, na Pessoa do Seu Filho, o Senhor Jesus, veio e manifestou a vontade do Pai, testemunhando no Seu próprio Ser a Sua Palavra. Assim, as pessoas que rejeitam a Palavra de Deus rejeitam o Seu Autor. E agora o Céu se abre, e a Palavra de Deus se volta contra uma humanidade corrompida pela palavra do diabo.

E não foi isso o que aconteceu no Jardim do Éden? A criatura humana rejeitou a Palavra de Deus para se submeter à palavra de Satanás. E como consequência disso o homem deixou de ser servo de Deus para ser servo do diabo.


Agora, esta mesma Palavra testemunha contra, para um juízo sem precedentes. O tabernáculo do Testemunho é aberto para derramar a cólera de Deus sobre uma humanidade condenada por si mesma, tendo em vista a sua rejeição da Oferta oferecida pelo próprio Criador para salvá-la.
Daí a justa razão da cólera de Deus: a rejeição do Seu Filho como Salvador! Então, "... e os sete anjos que tinham os sete flagelos saíram do santuário, vestidos de linho puro e resplandecente e cingidos ao peito com cintas de ouro." Apocalipse 15.6.

Embora estes anjos tenham a aparência que certamente indicaria uma tarefa sacerdotal, na verdade eles não apresentam nenhum sacrifício substituto, e nem poderiam, pois não há mais nada e ninguém para se sacrificar em favor da humanidade, já marcada com o selo da besta.

No passado, os sacerdotes levitas ofereciam animais para a expiação dos pecados do povo de Israel. Depois veio o próprio Filho de Deus, para Se oferecer a Si mesmo em favor daqueles que se submetem à Sua Palavra.

Mas a humanidade em questão não pode ter mais nenhuma oportunidade, pois optou pela besta. E o que mais se pode fazer? Nada! Neste final do período da Grande Tribulação já não há mais tempo para pedir e receber o perdão.

O cálice da ira de Deus se encheu depois de ter esgotado todos os Seus recursos de misericórdia e compaixão por um povo de coração duro e rebelde. Não, não há mais tempo de arrependimento! Não há mais salvação! Agora a porta está fechada. A vestimenta dos sete anjos não é para oferecer sacrifícios, mas para exercer os últimos e derradeiros juízos sobre a humanidade.

Nas vestes destes anjos está o resumo desta segunda visão de João. Notemos que estas vestes são diferentes daquelas dos demais sacerdotes levitas, conforme está escrito: "O cinto de obra esmerada, que estava sobre a estola sacerdotal, era de obra igual, da mesma obra de ouro, estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido, segundo o Senhor ordenara a Moisés." Êxodo 39.5.

Aí temos, dentre outras cores, a cor do sangue da reconciliação que o sacerdote, mais tarde o Sumo Sacerdote, o Senhor Jesus, precisava derramar pelos pecados do povo. No cinto dos sete anjos, entretanto, falta o elemento sangue. Eles são ungidos no peito com cintas de ouro puro, e não usam o cinto em volta da cintura, mas em volta do peito, o que significa dizer que o coração está fechado:
"Então, um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus, que vive pelos séculos dos séculos. O santuário se encheu de fumaça procedente da glória de Deus e do seu poder, e ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos." Apocalipse 15.7-8.


Deus vive de eternidade em eternidade, e a Sua cólera não pode ser apagada sem o sacrifício substituto do Cordeiro de Deus. O apóstolo João diz: "O santuário se encheu de fumaça procedente da glória de Deus e do seu poder, e ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos."

Isto nos faz lembrar do Santo dos Santos que havia no tabernáculo terreno, construído no deserto. E nele nem o próprio Moisés, que tinha visto Deus face a face, tinha o direito de entrar.

Também quando Salomão consagrou o Templo do Deus de Israel, a nuvem da glória do Senhor encheu toda a casa, de modo que nem mesmo os sacerdotes oficiais podiam entrar nela, por causa da glória do Senhor.
Mas aqui, na visão de João, temos o grande dia da explosão da cólera de Deus, pois ninguém podia penetrar no santuário, arrepender-se e implorar perdão. O santuário estava definitivamente cerrado!


A Primeira Taça


"Ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, dizendo aos sete anjos: Ide e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus. Saiu, pois, o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem, sobrevieram úlceras malignas e perniciosas."Apocalipse 16.1-2.
É interessante notarmos que durante todo o décimo sexto capítulo a palavra "grande" aparece por nove vezes. Este sentido de grandeza certamente é muito maior do que podemos imaginar, especialmente em se tratando dos últimos juízos da cólera de Deus.
Juízos estes muito mais severos que os dos selos e das trombetas. Daí a razão de serem chamados de "taças da cólera de Deus”. Na comparação que há entre estas taças e as trombetas, verifica-se que os sete anjos recebem uma ordem conjunta.


A eles foi dito "... Ide e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus." (Apocalipse 16.1), enquanto os anjos das trombetas dão a impressão de terem recebido uma ordem individual, como aconteceu com cada um dos cavaleiros dos quatro cavalos.

Mas aqui uma única e alta ordem dá início às últimas pragas: "... Ide e derramai pela terra..." (Apocalipse 16.1). Eles devem ir e um após outro derramarem as taças sobre a Terra.

A primeira taça é derramada sobre a Terra da mesma forma como o juízo da primeira trombeta. A Terra é a primeira a ser atingida pelos juízos, uma vez que ela é o palco da rebelião humana contra Deus.
No juízo da trombeta foi queimada a terça parte dela, das árvores e também de toda erva verde. E isto significa dizer que a terça parte da humanidade também foi atingida.
Mas o juízo, aqui, atinge toda a humanidade, que, diga-se de passagem, é portadora da marca da besta e adoradora da sua imagem.

É bom que se repita que nesta série de juízos da cólera de Deus não há exceções! Todos serão atingidos, pois, como já vimos, não há mais lugar para arrependimento, nem salvação.

Daí todos serão atingidos com úlceras malignas e perniciosas. Este tipo de úlcera cancerígena, em estado avançado, certamente deverá acontecer devido à contaminação radioativa da atmosfera pelas armas nucleares, que até então já teriam sido usadas.
Uma pequena amostra deste flagelo já aconteceu uma vez, quando ocorreu a sexta praga sobre a terra do Egito:"Eles tomaram cinza de forno e se apresentaram a Faraó; Moisés atirou-a para o céu, e ela se tornou em tumores que se arrebentavam em úlceras nos homens e nos animais" Êxodo 9.10
As cinzas provenientes do forno causaram aqueles tumores. Isto nos faz crer que haverá um tipo especial de forno que causará úlceras malignas em todos os habitantes da Terra.


No Egito, com exceção do povo de Deus, todos foram atingidos, inclusive os animais. Mas no caso desta primeira taça da cólera de Deus não haverá exceção, pois os filhos do Israel espiritual já estarão sãos e salvos por toda a eternidade! Pragas como a Aids, o câncer e tantas outras doenças ditas incuráveis pela Medicina, e outras não divulgadas, já têm sido um grande desafio para a humanidade.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"Então, os que temiam ao SENHOR falavam uns aos outros; o SENHOR atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante d'Ele para os que temem ao SENHOR e para  os que se lembram do Seu Nome. Eles serão para mim particular tesouro, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve.
Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve." [MALAQUIAS 3:16-18].
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Estudo do Apocalipse [texto 085] A vindima A Grande Tribulação O juízo divino sobre o mundo

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ESTUDO DO APOCALIPSE   A vindima   _ texto 085




"Então, saiu do santuário, que se encontra no céu, outro anjo, tendo ele mesmo também uma foice afiada. Saiu ainda do altar outro anjo, aquele que tem autoridade sobre o fogo, e falou em grande voz ao que tinha a foice afiada, dizendo: Toma a tua foice afiada e ajunta os cachos da videira da terra, porquanto as suas uvas estão amadurecidas!". Apocalipse 14.17-18.
Temos aqui o mesmo procedimento dos versículos 15 e 16, com uma diferença: a vindima. No parágrafo anterior o apóstolo João nos dá a visão da ceifa, ou seja, da vinda do Senhor Jesus para ceifar as nações, mas aqui a visão é transferida para a vindima, isto é, a vinda do Senhor Jesus para o juízo sobre Israel.
O "anjo" que vem do céu é outro, não com relação à sua natureza, mas quanto à sua missão. Isso significa que, como já foi falado, o apóstolo João vê a volta do Senhor em diferentes aspectos.
Cremos que este "anjo" seja o mesmo que João viu sentado sobre uma nuvem, com uma coroa de ouro na cabeça: o Senhor Jesus Cristo.
Primeiramente João O viu chegando com uma foice afiada para a ceifa das nações; agora, ele O vê chegando como anjo para realizar a vindima. Israel é a própria "videira da Terra".

É o que se conclui, por exemplo, no salmo do profeta Asafe: "Trouxeste uma videira do Egito, expulsaste as nações e a plantaste" (Salmos 80.8). Também os profetas Isaías e Oséias disseram:


"Porque a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta das suas delícias; este desejou que exercessem juízo, e eis aí quebrantamento da lei; justiça, e eis aí clamor." Isaías 5.7.

"Israel é vide luxuriante, que dá o fruto; segundo a abundância do seu fruto, assim multiplicou os altares; quanto melhor a terra, tanto mais belas colunas fizeram. O seu coração é falso; por isso, serão culpados; o Senhor quebrará os seus altares e deitará abaixo as colunas." Oséias 10.1-2.
Verificamos que, segundo o capítulo 14, João mostra a vinda do Senhor Jesus em duas etapas:

1) Em uma nuvem branca, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada. A coroa de ouro identifica a Sua autoridade e poder para, com a foice afiada na mão, executar o juízo sobre as nações que não se converteram.

2) Como Anjo do Senhor. Esta é a Sua vinda para Israel, que se converterá ao ver o seu Messias e Sumo Sacerdote. É claro que, antes disso, Israel será atingido por terríveis juízos, por parte do anticristo.

E somente depois reconhecerá que o Senhor, que está voltando, é realmente o Cordeiro de Deus, o Senhor Jesus Cristo. Essas experiências e conclusões levarão Israel à conversão:

"Então, o anjo passou a sua foice na terra, e vindimou a videira da terra, e lançou-a no grande lagar da cólera de Deus. E o lagar foi pisado fora da cidade, e correu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos estádios." Apocalipse 14.19-20.


A Grande Tribulação


Tudo isso é uma ideia geral e conclusiva de diversos estudiosos das profecias bíblicas, mas o que se pode garantir com certeza é que o período da Grande Tribulação será um período de grande purificação de toda a Terra, e que fará abater o orgulho e a arrogância de toda a humanidade:
"Outro anjo saiu do santuário, gritando em grande voz para aquele que se achava sentado sobre a nuvem: Toma a tua foice e ceifa, pois chegou a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu!"Apocalipse 14.15.
O grito deste outro anjo não é em tom imperativo, pois como um anjo poderia dar ordem ao Senhor da glória? Também não se trata de uma ordem vinda do trono, pois o Pai confiou todo o julgamento ao Filho quando disse:"E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento." João 5.22
De fato, esse grito com grande voz é na verdade um clamor, ou um pedido veemente, vindo do santuário reconstruído em Jerusalém, no qual o anticristo se assentou, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.
Isto é justificado pelo fato de que a voz do anjo saiu do "santuário" simplesmente, e não do "santuário que se encontra no céu" (Apocalipse 14.17). Há uma tremenda diferença entre um e outro.
O santuário do versículo 15 se refere ao santuário do Templo reconstruído em Jerusalém; já o santuário do versículo 17 se refere ao celestial. E o grito desse anjo é como o clamor do sangue de Abel, pedindo justiça.

É também como o clamor acerca dos pecados das cidades de Sodoma e Gomorra, que subiu a Deus, conforme disse o próprio Senhor a Abraão por duas vezes, segundo está registrado:

"Disse mais o Senhor: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito. Descerei e verei se, de fato, o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim; e, se assim não é, sabê-lo-ei." Gênesis 18.20-21.
Aqui, no décimo quarto capítulo do Apocalipse, os pecados da grande Babilônia sobem, através da boca do anjo, Àquele que está prestes a vir para a ceifa da Terra: "... Toma a tua foice e ceifa, pois chegou a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu!" (Apocalipse 14.15). O profeta Joel também registrou:"Lançai a foice, porque está madura a seara; vinde, pisai, porque o lagar está cheio, os seus compartimentos transbordam, porquanto a sua malícia é grande." Joel 3.13.

Juntamente com o grito do anjo começa a ceifa, o juízo: "E aquele que estava sentado sobre a nuvem passou a sua foice sobre a terra, e a terra foi ceifada." Apocalipse 14.16.

Este é o sinal para a grande ceifa! Agora começa a hora do juízo sobre a besta e os seus adoradores. O juízo, por tanto tempo adiado, não pode mais esperar. Mas vem o momento em que a medida fica cheia.
A colheita está excessivamente madura. Esta ceifa de juízo engloba todas as catástrofes que acontecerão em breve sobre a Terra. As taças da cólera de Deus serão derramadas.
E, para horror de todo o mundo, a grande Babilônia desmorona com grande barulho; são cortados os mais importantes nervos vitais do anticristo; a "grande meretriz" perde o seu brilho e os seus adornos reais, sendo coberta de pragas, miséria e fogo.
Se o apóstolo João diz aqui "... passou a sua foice sobre a terra, e a terra foi ceifada" (Apocalipse 4.16), é porque a Era da graça está definitivamente concluída. Também o Senhor Jesus disse: "... a ceifa é a consumação do século..." Mateus 13.39.

Este é o curto, mas gravíssimo conteúdo da visão de João sobre o Armagedom, a luta final dos povos, e que é descrita detalhadamente nos capítulos 9 e 16 do Apocalipse.



O juízo divino sobre o mundo


Nesta profecia vemos o ajuntamento final, rápido e definitivo de todos os filhos de Israel, vindos de todos os cantos da Terra para a terra prometida a Abraão, a Isaque e a Israel. E aí podemos entender por que Deus permitiu que, em 1948, o Estado de Israel fosse restabelecido após dois mil anos. A profecia tem a ver com a palavra do Senhor Jesus:
"Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E Ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus." Mateus 24.30-31.
No versículo 30, a frase "...e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu..." se refere à nuvem branca de Apocalipse 14.14, e a frase "...os quais reunirão os seus escolhidos..." (Mateus 24.31) se refere à vindima, isto é, Israel.
Portanto, quando o apóstolo registra "...e ajunta os cachos da videira da terra..." (Apocalipse 14.18), em outras palavras está dizendo "ajunta os filhos de Israel".
E o que fará o Senhor com essas "uvas" ajuntadas em todo o mundo, com todos os judeus espalhados, que no nosso tempo não puderam ou não quiseram ir para Israel? Ele os lançará "no grande lagar da cólera de Deus". Vejamos novamente o texto bíblico:
"... e vindimou a videira da terra, e lançou-a no grande lagar da cólera de Deus. E o lagar foi pisado fora da cidade, e correu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos estádios." Apocalipse 14.19-20.
O que significa, então, este terrível juízo sobre Israel? Para entendermos, vejamos o que registrou o profeta Isaías:
"Quem é este que vem de Edom, de Bozra, com vestes de vivas cores, que é glorioso em sua vestidura, que marcha na plenitude da sua força? Sou eu que falo em justiça, poderoso para salvar. Por que está vermelho o traje, e as tuas vestes, como as daquele que pisa uvas no lagar?
O lagar, eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo; pisei as uvas na minha ira; no meu furor, as esmaguei, e o seu sangue me salpicou as vestes e me manchou o traje todo. Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado." Isaías 63.1-4.
Este lagar é o Calvário. Foi lá que salpicaram as vestes do Senhor. Foi lá que se cumpriu aquilo que Israel exclamou, quando acusou o Senhor Jesus diante de Pilatos, dizendo: "... Caia sobre nós o Seu sangue e sobre nossos filhos!" Mateus 27.25.
Quando Israel for lançado no lagar da cólera de Deus, os judeus entrarão em contato com o Homem do Calvário:"... e todo olho O verá, até quantos o traspassaram..." Apocalipse 1.7.


Então, o sangue do Cordeiro terá efeito para eles. Vendo que o Senhor está voltando com a Sua foice afiada, eles se humilharão sob o Seu juízo. Eles se lamentarão, chorarão e finalmente se converterão.
Voltemos ao texto de Isaías: "Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado" (Isaías 63.4). A primeira parte do versículo se refere à vingança contra as nações, e "... o ano dos meus redimidos é chegado." Significa a redenção de Israel.
Por isso a sua vez é chegada na descrição profética: "... e o ano dos meus redimidos é chegado." (Isaías 63.4) Essa maravilhosa figura da conversão de todo o povo de Israel é completada pelo outro anjo: "Saiu ainda do altar outro anjo..." (Apocalipse 14.18).
Este "outro anjo" vem do altar reconstruído, onde, naquela época, novamente são oferecidos os sacrifícios de animais, apontando para o Senhor Jesus, mas interrompidos pelo anticristo.
Nesse ínterim, o "anjo" que tem o poder sobre o fogo, isto é, sobre o juízo, exclama: "... Toma a tua foice afiada e ajunta os cachos da videira da terra, porquanto as suas uvas estão amadurecidas!" Apocalipse 14.18.
Agora fica mais clara a mensagem "E o lagar foi pisado fora da cidade..." (Apocalipse 14.20), pois é o mesmo que: "Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo Seu próprio sangue, sofreu fora da porta." (Hebreus 13.12) E ainda: "O lagar, eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo..." Isaías 63.3.
Desse modo, reconhecemos agora o significado profético interior dessa palavra grandiosa, pois o Senhor Jesus morreu também para a salvação do povo de Israel! É como está escrito: "... mas onde abundou o pecado, superabundou a graça" Romanos 5.20.
Essa vindima e as suas consequências têm um significado terrível: que o juízo sobre os povos, no Armagedom, acontecerá fora da cidade de Jerusalém, ou seja, na planície de Megido, também chamada Vale de Josafá; e que haverá um cruel derramamento de sangue.
Não podemos interpretar isso apenas do ponto de vista espiritual, mas também no sentido literal: "E o lagar foi pisado fora da cidade, e correu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos estádios." Apocalipse 14.20.
Esta medida de mil e seiscentos estádios corresponde a aproximadamente trezentos quilômetros, o que por sua vez mostra que a luta final dos povos no Armagedom atingirá mais que todo o território atual de Israel. O profeta Joel a descreve com grande clareza:

"Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali me assentarei para julgar todas as nações em redor. Lançai a foice, porque está madura a seara; vinde, pisai, porque o lagar está cheio, os seus compartimentos transbordam, porquanto a sua malícia é grande. Multidões, multidões no vale da Decisão! Porque o Dia do Senhor está perto, no vale da Decisão.
O sol e a lua se escurecem, e as estrelas retiram o seu resplendor. O Senhor brama de Sião e se fará ouvir de Jerusalém, e os céus e a terra tremerão; mas o Senhor será o refúgio do seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel. Sabereis, assim, que eu sou o Senhor, vosso Deus, que habito em Sião, meu santo monte; e Jerusalém será santa; estranhos não passarão mais por ela." Joel 3.12-17.


Em tudo isso podemos observar a base de onde procede o juízo divino sobre todo o mundo das nações: "O Senhor brama de Sião..." Joel 3.16.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deusnão de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura d'Ele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.[EFÉSIOS 2:8-10].
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Realmente estamos num dos tempos mais complexos da humanidade. De tal forma que podemos compreender muito melhor , a razão da felicidade daqueles que irão presenciar as duas testemunhas mortas.

E é possível compreendermos o terror que irá acometê-las, ao verem - nas, as duas testemunhas vivas.

Geralmente, tudo a humanidade tem feito diferir, separar, não percebendo a junção. Não percebendo que somos corpo, alma e espírito. Não atentando para o fato de que o Senhor Deus colocou a eternidade no coração das pessoas.

É por este motivo que nos reconhecemos, eternos. Tão somente por esta razão.

Busquemos observar as coisas ao nosso redor. Buscar a percepção de quem somos. Busquemos fazer este exame independentemente de convicções religiosas, ideológicas, e independente dos hábitos e qualquer outro costume individual.

Enquanto é oportuno, busquemos refletir. A exemplo dos vídeos abaixo. Busquemos observar qual é a inclinação comum, natural deste mundo. Assim, observando estas coisas, não mais perguntaremos quem somos e pra onde iremos.

Porque nos reconheceremos, se reconhecermos, de quem somos. 

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Estudo do Apocalipse [texto 084] A quarta voz A visão do Armagedom A quarta guerra mundial

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ESTUDO DO APOCALIPSE   
A quarta voz   _ texto 084



"Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham." Apocalipse 14.13.
Esta voz é um contraste com a anterior. Se na terceira voz o apóstolo João focaliza o futuro daqueles que morrem sem a Salvação, nesta quarta voz, vemos justamente o oposto: a felicidade daqueles que passam para a eternidade com o Senhor Jesus Cristo.
Esta bem-aventurança pode ser aplicada a todos os que, no decorrer dos séculos, passaram para a eternidade crendo no Senhor Jesus, mas aqui o apóstolo está falando daqueles que gemeram e morreram durante a Grande Tribulação, por causa da sua fé cristã.
O martírio deles terá a sua compensação gloriosa, pois reinarão com o Senhor Jesus Cristo durante mil anos aqui na Terra, conforme está prometido:

"Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos." Apocalipse 20.4.

E o Espírito Santo dá o Seu amém a respeito disso quando diz: "...Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham" (Apocalipse 14.13).
A obra que cada cristão realiza para o Senhor o acompanhará para a vida eterna. Há uma promessa especial para aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro durante a Grande Tribulação: a sua morte no Senhor tem por consequência coroamento e grande honra.

Através do seu martírio, eles se tornam participantes de algo muito mais superior do que se continuassem com vida. Na volta do Senhor, em grande poder e glória, eles participarão da primeira ressurreição:

"...Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele os mil anos." Apocalipse 20.5,6.


A visão do Armagedom


"Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada. Outro anjo saiu do santuário, gritando em grande voz para aquele que se achava sentado sobre a nuvem: Toma a tua foice e ceifa, pois chegou a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu!
E aquele que estava sentado sobre a nuvem passou a sua foice sobre a terra, e a terra foi ceifada. Então, saiu do santuário, que se encontra no céu, outro anjo, tendo ele mesmo também uma foice afiada. Saiu ainda do altar outro anjo, aquele que tem autoridade sobre o fogo, e falou em grande voz ao que tinha a foice afiada, dizendo: Toma a tua foice afiada e ajunta os cachos da videira da terra, porquanto as suas uvas estão amadurecidas!
Então, o anjo passou a sua foice na terra, e vindimou a videira da terra, e lançou-a no grande lagar da cólera de Deus. E o lagar foi pisado fora da cidade, e correu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos estádios." Apocalipse 14.14-20.
A introdução "Olhei, e eis..." indica que a visão tida por João agora é sobremodo magnífica. Na vez anterior, quando se expressou assim, ele teve a visão do Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, com os cento e quarenta e quatro mil selados.

Mas aqui ele tem uma visão muito mais ampla, pois vê o Cordeiro sentado numa nuvem branca, coroado com uma coroa de ouro e uma foice afiada na mão. Significa que João procura descrever a volta do Senhor Jesus em glória e majestade, para executar o juízo na Terra, sobre toda a humanidade rebelde, sobre o anticristo e o falso profeta.

Por isso o apóstolo vê primeiro o poder do Filho de Deus em movimentação: "Olhei, e eis uma nuvembranca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem..." (Apocalipse 14.14). No Apocalipse, encontramos diversas situações em que se descreve o poder do Senhor Jesus:
Quando está assentado sobre um cavalo branco (Apocalipse 19.11), indicando o Seu poder que avança; quando o Deus-Pai e o Cordeiro estão sentados no trono (Apocalipse 22.1), que é o poder repousante, e quando está sentado sobre uma nuvem, que aponta o Seu poder de execução de juízo (Apocalipse 14.14).
Não resta a menor dúvida de que a Pessoa sentada sobre a nuvem é o Senhor Jesus Cristo, pois o profeta Daniel fez alusão a Ele, e o próprio Senhor Jesus Se referiu a esse mesmo dia:
"Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído." Daniel 7.13,14.
"Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória." Mateus 24.30.

Além disso, quem mais poderia vir sobre as nuvens, tendo uma coroa de ouro na cabeça e uma foice afiada na mão? O Senhor Jesus Cristo é o Único Rei dos reis, Senhor dos senhores, coroado com grande poder e glória, que traz Consigo a foice da justiça divina.



A quarta guerra mundial


A foice afiada está erguida não para recolher frutos, mas para ceifar o que não presta. Ela é o instrumento de juízo da vingança divina que prepara a Terra para os mil anos de paz. Aliás, na Bíblia a foice nunca é utilizada para recolher frutos.
Esta, aliás, é a única vez, em toda a Escritura, que encontramos a descrição do Senhor com uma foice afiada na mão, sinal de algo extremamente terrível para os adoradores da besta, para o anticristo e para o falso profeta.
A execução do juízo divino com relação a eles é o motivo desta vinda do Senhor Jesus, que também é chamada de Armagedom, ou luta final dos povos, e várias vezes é citada no Apocalipse.
Tudo isso se dará após o arrebatamento da Igreja, num período de sete anos. Muitos são os intérpretes das profecias apocalípticas que creem em uma terceira e em uma quarta guerra mundial, justificando assim a luta final dos povos, ou o Armagedom.

Segundo eles, a terceira guerra será encabeçada pelo anticristo, liderando a federação de dez reinos contra a Rússia e os seus aliados. Esta ocupará Israel e as terras circunvizinhas, a fim de pôr fim ao conflito contínuo entre árabes e israelenses.


De fato, isto será apenas um pretexto para tirar benefícios próprios, especialmente do petróleo do mundo. O anticristo certamente fará objeção a essa ocupação e movimentará as suas tropas da federação contra as forças russas.

A Rússia, então, fará chover as suas bombas atômicas nas cidades costeiras dos Estados Unidos, bem como em muitas cidades europeias. A federação de dez reinos, da qual os Estados Unidos fazem parte, fará retaliação das forças russas na Palestina.
A humanidade temerá por sua existência, devido às consequências imprevisíveis desta guerra. Os israelenses, por sua vez, vendo-se livres do cerco russo, reconhecerão que o seu livramento foi um ato de intervenção divina, cumprimento das profecias bíblicas, tal qual aconteceu com o episódio do Mar Vermelho.
Além disso, verão o sinal do Filho do Homem, isto é, o próprio Senhor Jesus Cristo fisicamente, e então se converterão ao cristianismo, passando a proclamar oficialmente Jesus de Nazaré como o Messias.
Isto, no entanto, ainda não será o Armagedom completo, pois em seguida surgirá outra grande guerra: dessa vez a China, após ter feito muitas conquistas de territórios russos e asiáticos, invadirá a Palestina com milhões de homens, promovendo assim a Quarta Guerra Mundial.
Mas o anticristo, liderando os aliados, prevalecerá novamente. E somente depois disto é que virá o juízo sobre o restante da humanidade, do anticristo e do falso profeta. E então o milênio será instaurado.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


Existe um pensamento, oriundo de uma voz que diz:  "Ninguém tem provas de que Deus existe."... Entrementes, convém- nos refletir sobre o fato de que, toda indagação, se oportuna, procede de dúvidas e contestações numa reivindicação à plena verdade. Não de convencimento mas de exatidão, do que é o verdadeiro.

Não poucos são os corações, que declaram em alta voz, que não precisam de crer no Deus Vivo  para que sejam seres humanos generosos e éticos, ainda que possuam, todo o conhecimento e prática, do mal.

É verdade que, a verdade não é uma religião e não é o que fundamenta a ética, visto que a ética é complementar à justiça, pela verdade. 
E sim, é verdade que o Senhor Deus Vivo não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que os habitantes da Terra pensam estar construindo para eles e seus filhos.

Eis as verdades, que são eternas:
"Quem vem das alturas certamente está acima de todos; quem vem da Terra é terreno e fala da Terra; quem veio do céu está acima de todos e testifica o que tem visto e ouvido; contudo, ninguém aceita o seu testemunho. Quem, todavia, lhe aceita o testemunho, por sua vez, certifica que Deus é verdadeiro.

Pois o enviado de Deus fala as palavras d'Ele, porque Deus não dá o Espírito por medida. O Pai ama ao Filho, e todas as cousas tem confiado às suas mãos. Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus."[JOÃO 3:31-36].


O maior engano está no próprio coração, de quem anda sem Deus na vida.


Porquanto, o seu próprio coração lhe incita ao conforto de seus deleites, sem considerar, a verdade. Assim, logo o seu próprio coração lhe convence de que não lhe sobrevirá, o juízo de Deus, porque Ele é amor e Conhecedor de todas as fragilidades de seu ser que tendem para o erro e o pecado. Sendo-lhe isto aos ouvidos, na verdade, enuncio da maior das mentiras.


Então em seu próprio coração,  acredita consigo, que Deus é Pai de todos e perdoa a todos, indistintamente e independente, do verdadeiro arrependimento. Porque prevalecem as fraquezas humanas, que findam em injustiças.


"A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.


Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não O glorificam como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.


Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém.
Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." [ROMANOS  3:18-27].
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