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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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Estudo do Apocalipse [texto 083] O Evangelho do Reino e o Evangelho Eterno A segunda voz O vinho da cólera de Deus

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ESTUDO DO APOCALIPSE   O Evangelho do Reino e o Evangelho Eterno   _ texto 083



O Evangelho do Reino é a mensagem de que Deus vai estabelecer nesta Terra o Reino de Cristo, do Filho de Davi, como cumprimento da aliança com Davi. Por isso João Batista anunciava: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (Mateus 3.2).
Também no Antigo Testamento esta mensagem foi anunciada, pelo profeta Isaías, e, mais tarde, especialmente pelo próprio Senhor Jesus:
"Porque um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; para que se aumente o Seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto." Isaías 9.6,7.
"E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades." Mateus 9.35.
Se naquele tempo todo o Israel tivesse se convertido, o Reino dos Céus teria sido estabelecido na Terra e o Messias teria iniciado o Seu reinado.

Cremos que este Evangelho do Reino será anunciado pelos cento e quarenta e quatro mil selados em todo o mundo, durante a Grande Tribulação, após o encerramento da pregação do Evangelho da graça.
Mas aqueles que se converterem nesse período serão exterminados quase que imediatamente. É através desse contexto que devemos entender as palavras do Senhor: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim" (Mateus 24.14).

Quando João viu o outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar, significa o anúncio do juízo divino sobre todo o mal realizado durante a Grande Tribulação.
A palavra "evangelho" engloba, portanto, diferentes resultados da boa-nova. Mas o fato de que Deus fez anunciar tanto a boa-nova do Evangelho da graça quanto a do Evangelho do Reino futuro, e do juízo divino, não significa que exista mais de um Evangelho da Salvação, pois a graça é o fundamento de todas as dispensações, e, em todas as circunstâncias, é o único caminho para a Salvação do pecador.
Conta a História que Martinho Lutero não apreciava muito o Apocalipse, pois tinha a impressão de que o espírito deste livro não combinava com o Evangelho. De fato, o Apocalipse focaliza o Evangelho do juízo divino, porém objetivando o Evangelho da graça.


É importante sabermos que o Evangelho do Reino, em contraste com o Evangelho Eterno, será pregado a todos os povos durante a Grande Tribulação. E através de quem isto poderia acontecer, a não ser em primeiro lugar pelos cento e quarenta e quatro mil selados, antes que sejam arrebatados, e pela grande multidão inumerável de cristãos, antes de serem executados?
O resultado da pregação será, então, o juízo sobre as nações, por ocasião da volta do Senhor Jesus Cristo. A respeito disto, o próprio Senhor fala sobre os tempos finais:

"Quando vier o Filho do Homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então, Se assentará no trono da Sua glória; e todas as nações serão reunidas em Sua presença, e Ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas.". Mateus 25.31,32.
Nesse julgamento do Reino, os povos serão julgados de acordo com o que fizeram com o Evangelho do Reino, o que fizeram ou não a Israel, pois "...sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes" (Mateus 25.40).
O Evangelho Eterno é assim chamado porque procede do Deus Eterno, e o Seu julgamento produz fatos eternos, que jamais serão mudados. É o que está escrito: "A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome". (Apocalipse 14.11).


A segunda voz


Nessa segunda voz é destacado um "outro anjo", o qual prossegue com a mensagem do primeiro: "Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição" (Apocalipse 14.8).
Este anjo anuncia o resultado da vitória alcançada pelo Cordeiro de Deus na cruz, que Se encontra justamente diante da revelação visível: "...Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações...".
Mas esta é uma revelação antecipada daquilo que começa a se cumprir com a Babilônia, sendo que a execução do juízo sobre ela é mostrada nos capítulos 17 e 18.

Podemos, entretanto, adiantar que o objetivo do anúncio antecipado, nesta segunda voz, é uma advertência para os crentes incrédulos: "...Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos" (Apocalipse 18.4).
Isso torna mais uma vez patente o esforço da graça de Deus em meio aos terríveis juízos, tendo em vista que o primeiro anjo acrescenta: "...é chegada a hora do seu juízo..." (Apocalipse 14.7).
A advertência é tão mais insistente porque Deus mesmo anuncia, por intermédio dos Seus anjos, que toda a Babilônia caiu. A besta, sobre a qual está assentada uma mulher, o poder político mundial anticristão ligado à religião unificada, isto é, ao ecumenismo, caiu.

A dupla afirmação "caiu, caiu" (Apocalipse 14.8; 18.2) mostra quão abrangente e completa é a sua queda. A Babilônia tem o seu começo na construção da Torre de Babel, conforme o capítulo 11 do livro de Gênesis.
E foi a partir de lá que Satanás projetou um sistema religioso pelo qual as pessoas matariam ou morreriam por ele. Esse sistema espiritual levaria as pessoas a uma religiosidade aparentemente correta, porém interiormente contrária à fé no Deus vivo.
Esse sistema se desenvolveu tanto que se transformou em um verdadeiro império político, econômico e religioso mundial. Com a constante evasão dos seus fiéis, entretanto, um dos líderes supremos da Babilônia, já falecido, determinou para o próximo milênio que os seus comandados trabalhassem no sentido de unificarem todas as religiões sob a direção de um sucessor seu, nascendo daí o ecumenismo.
Babilônia significa o cristianismo social, aparente e exteriorizado, comprometido com o poder político deste mundo e a unificação de todas as religiões. Para ela, a Bíblia não é a regra de fé e prática.

A doutrina da Babilônia é diabolicamente inspirada dentro dos princípios e regras que interessam aos seus objetivos, e está em pleno funcionamento. Quando, porém, ocorrer o arrebatamento da Igreja do Senhor Jesus, aqueles cristãos enganados por ela cairão em si. Mas será tarde demais.
Os que foram iludidos pela "grande prostituta", se quiserem mesmo a Salvação eterna, serão executados pelo anticristo. E aqueles que quiserem se manter vivos por mais algum tempo sofrerão os juízos de Deus.


O vinho da cólera de Deus


"Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome. Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apocalipse 14.9-12.
Enquanto o primeiro anjo anuncia o juízo de Deus sobre todas as nações e línguas, e o segundo anuncia a queda da Babilônia, descrevendo-a como objeto de juízo divino, o terceiro anjo focaliza o que acontecerá com os adoradores da besta e da sua imagem.

O terrível pecado da adoração da besta e da sua imagem trará a todos os seus seguidores a maldição do inferno. É importante notarmos que duas vezes o anjo se refere ao pecado que durante a Grande Tribulação leva as pessoas a essa maldição.
Aliás, é bom que se diga que a maldição do inferno não é só para aqueles que adoram a besta e a sua imagem, não! Todos os que têm rejeitado a mensagem da cruz, que não têm renunciado a si mesmos, e não praticam a Palavra de Deus também terão o mesmo destino dos adoradores da besta.
Atualmente não são os anjos que anunciam essa mensagem, mas os servos de Deus, espalhados por todo o mundo. Mas o teor da mensagem é o mesmo: "Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado" (Marcos 16.16).

Muitos supostos cristãos têm acreditado que os seus grandes conhecimentos bíblicos poderão salvá-los da maldição do inferno; outros têm achado que a sua frequência à igreja, os seus dízimos e as suas ofertas são suficientes, mas o apóstolo Paulo, dirigido pelo Espírito Santo, disse:

"Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Romanos 8.8,9.
Há muita gente nas igrejas evangélicas que segue o Senhor Jesus "à maneira de Pedro". Como se sabe, Pedro viu todos os milagres que o Senhor realizou, chegando até mesmo a participar de um deles, andando por sobre as águas.
Aparentemente ele tinha uma fé extraordinária, a ponto de se sobressair dos demais discípulos. Foi ele quem recebeu a grande revelação de que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus Vivo.

E, apesar de tudo isto, algumas horas antes de o Senhor ser preso, Ele foi surpreendido com a palavra do próprio Senhor Jesus: "...tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos" (Lucas 22.32).
Muitas pessoas que têm confessado o Senhor Jesus como Senhor e Salvador na verdade nunca tiveram um encontro pessoal com Ele! A bagagem de conhecimentos a respeito dEle não significa necessariamente que alguém O conheça de uma maneira pessoal!
Muitos são fiéis na igreja simplesmente pelos benefícios alcançados, e não porque façam parte do corpo do Senhor Jesus! E quando chegam as provações da fé, não resistem. Por quê?
Porque a aparente grande fé é apenas superficial. Ora, se vivendo hoje sob uma leve e momentânea tribulação essas pessoas não têm força para resistir, imagine se não se converterem realmente e tiverem de viver o período da Grande Tribulação!

Não temos ideia do que significa beber "...do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre..." (Apocalipse 14.10). Mas temos a mais absoluta certeza de que apenas aqueles que nasceram da água e do Espírito Santo jamais beberão deste vinho!


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly



"Os Teus olhos me viram a substância ainda informe, e no Teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda.

Que preciosos para mim, ó Deus, são os Teus pensamentos! E como é grande a soma deles! Se os contasse, excedem os grãos de areia; contaria, contaria, sem jamais chegar ao fim." [SALMOS  139:16-18].


Muitas pessoas vivem numa busca incansável pela sua incontestável felicidade. Mas destituem de sua existência, Aquele que concedeu-lhes, o existir.

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... ◦ ◦ ◦  ◦ ◦◦ ◦Livro - Estudo do Apocalipse 
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