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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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Estudo do Apocalipse [texto 082] A marca da besta O cordeiro e os cento e quarenta e quatro mil no Monte Sião A primeira voz

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ESTUDO DO APOCALIPSE   
A marca da besta _ texto 082



As formações dos blocos esconômicos hoje já são uma realidade: União Europeia; o acordo entre Estados Unidos, Canadá e México (Nafta); a Apec, Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico; o Pacto Andino; o Mercosul; enfim, vários blocos de países.
Há uma inteligência espiritual por detrás destes pactos econômicos, e nos parece que esta inteligência quer formar vários blocos para poder controlar todas as nações simultaneamente, e, assim, preparar o caminho para a manifestação do anticristo, pois este virá com o domínio econômico de todos eles juntos.
Paralela e sorrateiramente à formação destes blocos econômicos, há também um trabalho intenso no sentido de unir todas as religiões, em nome do ecumenismo, que é o agrupamento de todas elas sob a direção principal do líder babilônico, conforme já expusemos anteriormente.

Ora, o alvo final é obter poder político e espiritual. Daí se justifica as duas bestas: uma para dominar economicamente e a outra religiosamente. E as duas a serviço do diabo.

Já existe hoje na Europa um movimento ecumênico forte para criar dificuldades para as novas igrejas evangélicas e outras religiões. Aquelas que estiverem compromissadas com o ecumenismo terão o apoio da comunidade europeia. Megaempresas, indústrias e instituições financeiras estão se unindo, e as pequenas empresas, pequenas fábricas e pequenos bancos estão cada vez mais sendo esmagados ou engolidos.
Foi o que aconteceu há algumas décadas: os pequenos armazéns foram tragados pelos supermercados, e estes pelos hipermercados. Estas são algumas sombras do monopólio econômico mundial que já está se tornando uma realidade.
E com relação aos habitantes da Terra não será diferente: eles serão controlados por intermédio de um cadastramento em megacomputadores, por meio de números e também por identificação ótica através de marcas.

É provável que a marca seja invisível, tanto na mão direita quanto na testa. Acredita-se que a classe pobre terá marca na mão direita, enquanto os ricos e intelectuais serão marcados na testa.

Ninguém poderá comprar ou vender sem que tenha a marca da besta, significando que os convertidos ao Senhor Jesus terão de pagar com a própria vida para manterem a sua salvação eterna; do contrário, terão de se render aos caprichos da besta.

Essa época terá uma grande vantagem sobre a atual: não haverá falsos cristãos, tendo em vista que ninguém vai assumir a sua fé sem que a tenha realmente. Naqueles dias, ninguém poderá servir à besta e ao Senhor Jesus Cristo simultaneamente!

Haverá, então, apenas dois tipos de pessoas: os fiéis à besta, que serão a maioria, naturalmente, e os fiéis ao Senhor Jesus.



O cordeiro e os cento e quarenta e quatro mil no Monte Sião


"Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com Ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai. Ouvi uma voz do céu como voz de muitas águas, como voz de grande trovão; também a voz que ouvi era como de harpistas quando tangem a sua harpa. Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. São estes os que não se macularam com mulheres, porque são castos. São eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá. São os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro; e não se achou mentira na sua boca; não têm mácula." Apocalipse 14.1-5.

Este capítulo foi escrito especificamente para estabelecer o contraste entre os verdadeiros adoradores do Senhor Jesus Cristo e os adoradores do anticristo.


O Monte Sião, onde o Cordeiro está em pé, e com Ele os cento e quarenta e quatro mil certamente é o Monte Sião celestial, conforme escreveu o autor da carta aos judeus cristãos: "Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembleia" (Hebreus 12.22).


Além do mais, não podemos esquecer que este é o período da segunda metade da Grande Tribulação, quando o mundo está sendo assolado com a presença do anticristo. E também ele está assentado no santuário em Jerusalém, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.

A descrição do Cordeiro e dos cento e quarenta e quatro mil selados de Israel nada mais é que o inverso celestial daquilo que vimos no capítulo 13. O comportamento das duas bestas é terreno, enquanto o Cordeiro e os selados de Israel são celestiais.

Apresenta-se o contraste entre o cruel e grosseiro monstro, que é o anticristo, e o Cordeiro de Deus imaculado sobre o Monte Sião. Os seguidores da besta, com a sua marca, são confrontados com a assembleia dos discípulos do Cordeiro, que têm escrito na fronte o Seu nome e o nome do Seu Pai.

Os cento e quarenta e quatro mil selados de Israel, que viveram aqui na Terra durante o período da Grande Tribulação, não puderam ser tocados pela besta. Mesmo com o domínio de todas as nações e povos, obrigando-os a adorá-la, por intermédio do falso profeta – caso contrário, sendo imediatamente executados – ainda assim a primeira besta não conseguiu o seu intento com os selados pelo Espírito Santo, a marca de Deus! Estes "...foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro" (Apocalipse 14.4), razão pela qual puderam resistir vitoriosamente à fúria do anticristo. Eles se encontram agora diante do trono. Significa, portanto, que foram arrebatados para o Cordeiro, pois o Seu trono está no Céu.

É importante entendermos os dois tipos de arrebatamento, tanto o que ocorrerá com a Igreja do Senhor Jesus quanto o que acontecerá durante o período da Grande Tribulação.

Os que morreram crendo exclusivamente no Senhor Jesus Cristo como Único Senhor e Salvador serão ressuscitados, e, em seguida, unidos aos demais cristãos vivos. Então, todos serão arrebatados juntos. O Espírito Santo ensina isto, através do apóstolo Paulo, dizendo:

"Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor." 1 Tessalonicenses 4.15-17.


No próprio Apocalipse verificamos o arrebatamento dos convertidos durante a Grande Tribulação: a besta que surge do abismo pelejará contra as duas testemunhas e as vencerá, matando-as. Mas depois de três dias e meio elas ressuscitarão, e subirão ao Céu sob as vistas dos seus inimigos.

Os que se converteram durante a Grande Tribulação e tiveram de pagar com a própria vida, como as almas debaixo do altar (Apocalipse 11.7), estes também ressuscitarão e, em seguida, serão arrebatados.

A primeira voz 


"Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." Apocalipse 14.6,7.
A partir da primeira voz, o apóstolo João volta os seus olhos para os acontecimentos na Terra. E, então, vê o primeiro dos seis anjos voando pelo meio do céu. Pela continuação, podemos verificar seis anjos, que agora têm a proclamar uma mensagem desde o céu.
Trata-se de um grupo de anjos que se poderia chamar de grupo de juízo, em cujo meio se manifesta a santa e julgadora majestade de Deus. Eles anunciam e executam os Seus juízos durante a Grande Tribulação, porque falam da maldição eterna.

Mas isso acontece sob outra perspectiva, a da pregação do Evangelho. Significa dizer que quando não houver mais ninguém na Terra para pregar o Evangelho, pois todos os convertidos, incluindo os selados de Israel, a essa altura já terão sido arrebatados, então os anjos, que não podem ser tocados pelo anticristo, pregarão o Evangelho.

Figuradamente eles terão o seu púlpito em meio ao céu, e todas as nações, tribos e línguas serão obrigadas a ouvir a sua mensagem! O inferno, certamente, ficará enfurecido como nunca, pois a Palavra de Deus não pode jamais ser algemada.

E a mensagem deste primeiro anjo é: "...Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas" (Apocalipse 14.7).

A sua mensagem é que adorem e temam a Deus, justamente o oposto daqueles que exigem a adoração da imagem da besta. E não é isto o que ocorre atualmente no mundo?

Enquanto a Igreja do Senhor Jesus Cristo anuncia a salvação e a adoração somente a Deus, a Babilônia, por exemplo, insiste em anunciar aparições de toda a sorte de figuras mitológicas e ensina o povo a adorar tais imagens.

A pregação deste primeiro anjo anunciando o juízo de Deus acontece no limite entre o tempo e o princípio da eternidade, pois no versículo 14 vemos a volta do Senhor: "Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada" (Apocalipse 14.14).
Quando o apóstolo menciona que o anjo prega "um evangelho eterno" (Apocalipse 14.6), devemos lembrar que a palavra "evangelho", no sentido do Novo Testamento, significa "boa-nova". Esta, por sua vez, tem diferentes aspectos divinos:

1) Em primeiro lugar, o Evangelho é a boa-nova de que o Senhor Jesus Cristo morreu no Calvário pelos pecados do mundo, e aquele que assume a sua fé neste sacrifício do Senhor em seu lugar é justificado, perante Deus-Pai, pela ressurreição do Senhor Jesus.

Este é o chamado "Evangelho de Deus" (Romanos 1.1) e "Evangelho de Cristo" (2 Coríntios 10.14). É também chamado de "Evangelho da graça de Deus" (Atos 20.24), porque salva os que são malditos pela Lei. Além disso, é chamado de "Evangelho da glória" (1 Timóteo 1.11) e de "Evangelho da vossa salvação" (Efésios 1.1-13).

2) Mas a boa-nova é também chamada de "Evangelho do Reino". O Senhor Jesus pregou o Evangelho do Reino durante o Seu ministério terreno: "Percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo" (Mateus 4.23).


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.
Ora, os que dormem dormem de noite, e os que se embriagam é de noite que se embriagam. 

Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação;

porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristoque morreu por nós para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos em união com Ele."

 [1 TESSALONICENSES 5:6-10].
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