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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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Estudo do Apocalipse [texto 081] A aliança com o anticristo O preço pela paz A segunda besta

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ESTUDO DO APOCALIPSE   
A aliança com o anticristo  
texto 081



O anticristo é uma encarnação do diabo, pois este, como um espírito, precisa usar um corpo humano para difundir os seus intentos. O rei de Tiro, na época de Ezequiel, por exemplo, foi uma encarnação de Lúcifer (Ezequiel 28).
Faraó, rei do Egito, também encarnou o espírito satânico. Todos os imperadores romanos se autointitulavam "divinos", e até exigiam o culto pessoal. Nero e Domiciano, especialmente, tinham ódio mortal dos cristãos, porque estes se recusavam a lhes prestar culto de adoração.

O anticristo também tem o mesmo número de chifres e cabeças do dragão, isto é, dez chifres e sete cabeças. Tomando-se em conta o número sete com o símbolo de coisas completas, e o número dez com o símbolo de poder mundial, as sete cabeças e os dez chifres representam o poder mundial como um todo.
Seria a concentração e personificação do reino deste mundo, continuando como uma entidade única no decurso do período total da História, manifestando-se sob várias formas e em vários graus, nas diferentes eras, com múltiplas diversificações e modificações.
O capítulo 12 do Apocalipse termina dizendo: "...e se pôs em pé sobre a areia do mar” (Apocalipse 12.17). A areia na praia do mar é um símbolo do povo de Israel, pois quando o Senhor fez a promessa a Abraão, Ele disse: “...deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar..." (Gênesis 22.17).

A areia na praia regula o mar: o mar dos povos. É o que vemos atualmente com respeito a Israel: ele regula os movimentos das nações. Jerusalém tem sido o centro das atenções do mundo. Isso parece uma prova de que Israel é realmente a areia que regula o movimento do mar.
O dragão está, agora, em pé sobre a areia, olhando para o mar, à espera que surja a besta, e depois a segunda besta, mas da terra. Não podemos nos esquecer do que já está escrito: que o anticristo se sentará no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.
Além disso, tanto o profeta Isaías quanto o profeta Daniel, como já destacamos anteriormente, profetizaram que na época anticristã Israel fará uma aliança com o anticristo:
"Porquanto dizeis: Fizemos aliança com a morte e com o além fizemos acordo; quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque, por nosso refúgio, temos a mentira e debaixo da falsidade nos temos escondido." Isaías 28.15.


"Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele." Daniel 9.27.


O preço pela paz


Quem acompanha os noticiários sabe muito bem que Israel tem se acovardado diante da opinião mundial, e tem feito várias alianças de paz com os seus piores inimigos, insistindo em acreditar que agindo assim estará em segurança e em paz.
E é justamente isto que o profeta Isaías prevê, quando diz: "...quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque, por nosso refúgio, temos a mentira..." (Isaías 28.15).
Certa vez um judeu zeloso, guia turístico na Terra Santa, disse-me que Israel, para firmar relações diplomáticas com a Babilônia, teve de abrir mão de vários rolos de pergaminho.
São os originais de alguns livros do Antigo e do Novo Testamento, encontrados junto ao Mar Morto, em 1947, por beduínos, ou seja, árabes nômades do deserto.

A verdade é que Israel está disposto a pagar qualquer preço pela paz, mesmo que precise fazer incríveis concessões. E mesmo diante de tantos esforços, bombas estão matando inocentes dentro do próprio Estado de Israel.

Não adianta! O dragão está na areia do mar esperando o surgimento da primeira e da segunda bestas, para tomar posse das nações. Mas isto jamais acontecerá antes do tempo determinado pelo nosso eterno Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo!
A visão do apóstolo a respeito do dragão vermelho, da besta que emerge do mar e da besta que emerge da terra faz-nos crer que o diabo deseja imitar em tudo a atuação da Santíssima Trindade. Vejamos, por exemplo, alguns paralelos:
Primeiro: a trindade satânica: o diabo, a primeira besta ou o anticristo, e a segunda besta ou o falso profeta.
Segundo: assim como o Senhor Jesus morreu e ressuscitou, também o anticristo foi golpeado mortalmente na cabeça, mas ressuscitou.
Terceiro: assim como o Senhor Jesus recebeu todo poder e autoridade do Pai, também o anticristo recebe do dragão o seu poder, o seu trono e a sua autoridade. De posse do poder, do trono e da autoridade do dragão, o anticristo fará proezas na Terra, de maneira que "...a terra se maravilhou, seguindo a besta" (Apocalipse 13.3).
Teremos, então, uma fusão de personagens, o diabo e o anticristo, de maneira que o anticristo poderá dizer:"Eu e o diabo somos um". Uma afrontosa abominação das palavras do Senhor Jesus, quando disse: "Eu e o Pai somos um" (João 10.30). E ainda: "...Quem Me vê a Mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" (João 14.9).
Quarto: como o Espírito Santo é Quem glorifica o Senhor Jesus, através dos Seus seguidores, também a segunda besta ou o falso profeta faz com que a Terra e os seus habitantes adorem o anticristo.

A segunda besta 


Judas Iscariotes foi excluído do grupo dos apóstolos do Senhor Jesus; também do meio dos filhos de Israel surgirá um personagem traidor do seu povo, que se converterá à Babilônia e será nomeado seu líder supremo.
Este líder supremo judeu será então o falso profeta, que terá dois chifres: o poder religioso e o econômico. Com respeito à sua autoridade e ao seu poder temporal, capazes de seduzir as nações, ele os recebe do anticristo, que por sua vez os recebe do diabo.
Não podemos esquecer que o diabo era o "querubim da guarda ungido" (Ezequiel 28.14), e foi estabelecido por Deus. O poder que ele tinha quando foi criado se manteve. Seu grande erro foi tentar usar este poder limitado contra o poder ilimitado do Todo-Poderoso.
O relato de João mostra que assim como a primeira besta recebeu o poder, o trono e a autoridade do dragão, para ser usada por ele, também a primeira besta ou o anticristo usa a segunda besta, o falso profeta, para receber dela a adoração.
O falso profeta faz erguer uma imagem do anticristo e lhe dá fôlego de vida. A partir daí, a imagem do anticristo passa a falar e até a fazer morrer tantos quantos não a adorem.
A adoração à primeira besta é simbolizada no terceiro capítulo de Daniel, quando Nabucodonosor dá ordem para erguer uma grande imagem de ouro. E qualquer que não se prostrasse e a adorasse seria lançado na fornalha de fogo ardente.


Somente três jovens judeus se recusaram a adorar aquela imagem. Por isso foram lançados na fornalha acesa sete vezes mais do que o de costume. Mas o Deus de Israel, no qual eles criam, livrou-os e nenhum só fio de cabelo foi perdido.
Eles são uma indicação dos cento e quarenta e quatro mil selados de Israel, que durante a Grande Tribulação serão guardados e arrebatados para o Senhor:

"A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tema marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis." Apocalipse 13.16-18.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdadeTudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos.


Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado.


Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das cousas próprias de menino.


Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.[1 CORÍNTIOS 13:4-13].

Um espírito somente pode ser vivificado, através de uma única e verdadeira entrega, de corpo e alma e espírito, ao Deus Verdadeiro, em Jesus, no Seu Espírito. Porque, somente estes que assim agem é que podem ser salvos, sendo possuidores de vida, e vida eterna. E, somente estes, possuem o poder de estar vigiando e orando, em todo o tempo oportuno. Vigiando e orando acerca de não deixar-se, não permitir a si mesmo (a) conduzir-se pelo espírito do erro, que é o espírito do anticristo,_ onde estão os medos e as dúvidas que afastam para longe da fé viva.



"Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado.

Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.

Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer.

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira.


Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela Sua vida; e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de Quem recebemos, agora, a reconciliação." [ROMANOS 5:5-11].



O tempo oportuno é Hoje, exatamente agora!.
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Estudo do Apocalipse [texto 080] A revelação do anticristo O reinado do anticristo Em nome da paz

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ESTUDO DO APOCALIPSE   A revelação do anticristo   _ texto 080



"Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade. Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta; e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela?
Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu. Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

Se alguém tem ouvidos, ouça. Se alguém leva para cativeiro, para cativeiro vai. Se alguém matar à espada, necessário é que seja morto à espada. Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos. Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada.

Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens. Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta.
A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tema marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis." Apocalipse 13.1-18.
Alguns estudiosos acreditam que o apóstolo João escreveu a revelação apocalíptica antes mesmo do seu evangelho e das suas três epístolas. Segundo eles, o apóstolo teria sido preso e enviado para a Ilha de Patmos logo após o dia de Pentecostes.

E esta é a explicação mais plausível para que o uso do idioma grego no Apocalipse tenha sido inferior ao usado no evangelho e nas epístolas, pois inicialmente João teria dificuldades nesta língua.
Ainda um outro fato interessante: O apóstolo João é o único a usar a palavra "anticristo", e somente nas suas epístolas, não no Apocalipse. Quando ele escreveu o evangelho e as suas epístolas, já havia tido a revelação da manifestação do anticristo.
Já o apóstolo Paulo, mesmo que não tenha usado da mesma palavra, ainda assim profeticamente menciona este personagem sinistro quando diz:
"Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus." 2 Tessalonicenses 2.3,4.

O reinado do anticristo


Aqui o apóstolo Paulo identifica o caráter da besta, mas é incapaz de descrevê-la:
"Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de Sua boca e o destruirá pela manifestação de Sua vinda.
Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos." 2 Tessalonicenses 2.7-10.

O Senhor Jesus também faz referência ao anticristo: "Quando, pois, virdes o abominável da desolação situado onde não deve estar (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes" (Marcos 13.14).
Já falamos sobre o anticristo nos capítulos anteriores. Sabemos que o nome Cristo em grego significa "Ungido", e em hebraico "Messias". E o nome “anticristo” significa alguém que se opõe a Cristo e se levanta contra Deus.
Daí a razão por que o apóstolo Paulo se refere ao anticristo como "o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus..." (2 Tessalonicenses 2.4).
Acrescentamos ainda que o anticristo surgido do mar, isto é, a primeira besta, de acordo com a descrição do Senhor Jesus, dos apóstolos e dos profetas, tem características distintas e dele se diz o seguinte:
Homem da iniquidade – também chamado "homem do pecado". O anticristo é um homem de caráter assentado no pecado.
Filho da perdição – alguém cujo destino é ser destruído sob a justa ira de Deus.
Assenta-se no santuário de Deus – acredita-se que com a invasão de Gogue (Rússia) a Israel, na direção do Golfo Pérsico, em busca de petróleo, Deus mesmo intervirá com terremotos para salvar Israel, o Seu povo, conforme a profecia de Ezequiel:

"Naquele dia, quando vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, a Minha indignação será mui grande. Pois, no Meu zelo, no brasume do Meu furor, disse que, naquele dia, será fortemente sacudida a terra de Israel." Ezequiel 38.18,19
A esse respeito o Senhor Jesus disse: "Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está próxima a sua devastação" (Lucas 21.20). Quando Jerusalém estiver para ser tomada pelos seus inimigos, supostamente os russos aliados aos árabes, então Deus intervirá com um grande terremoto.
Este terremoto com certeza irá destruir a mesquita muçulmana, e no seu lugar rapidamente os judeus erguerão o seu terceiro Templo, o santuário do Deus de Israel.

E será justamente neste Templo que o anticristo se sentará e se ostentará como se fosse o próprio Deus, exatamente como o apóstolo Paulo profetizou a os cristãos de Tessalônica (2 Tessalonicenses 2.3,4).
É importante relembrar e conferir o fato histórico de que a Babilônia há muitos séculos, vem tentando transferir a sua sede mundial para Jerusalém, e isto somente para dar autenticidade ao seu engano de que é "cristã".
Sim, pois todos sabem que, no passado, o local onde está a sua sede foi o palco das maiores atrocidades cometidas contra os cristãos primitivos. Foi exatamente lá que os cristãos foram lançados às feras, ou feitos tochas vivas sob as vistas dos imperadores.
Ora, como é possível a liderança de uma religião supostamente cristã ter a sua sede em um lugar onde o nosso Senhor Jesus Cristo nunca pisou? Não tem cabimento!
Por esta razão a Babilônia tentou muitas vezes tomar posse de Jerusalém, a fim de dar embasamento ou credibilidade ao seu suposto "cristianismo".

Em nome da paz  


A História registra que expedições compostas por um exército de mercenários, financiadas pela Babilônia, invadiram a Palestina, abusando e matando homens, mulheres e crianças, além de atearem fogo às cidades, sempre no intuito de tomarem posse daquela terra.
Mas Deus não permitiu que Jerusalém caísse nas mãos da Babilônia. Então, ela novamente tentou, através da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, acabar com os judeus.

Foram mortos mais de seis milhões deles, mas ainda assim a Babilônia não conseguiu impedi-los de reerguerem a sua pátria, pois o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó não permitiu: em 1948 foi criado o Estado de Israel.
Então as ordens e as irmandades babilônicas mudaram de tática: ao invés de tomarem posse das terras alheias através da guerra, partiram para a paz. E em nome da paz têm conquistado mais do que pela guerra, porque através de acordos econômicos vão estabelecendo as suas conquistas.
Mas o velho sonho nunca foi esquecido: estabelecer a sua sede mundial em Jerusalém. Esta obstinação se coaduna perfeitamente com as profecias bíblicas que dizem respeito ao anticristo sentado no santuário de Deus.

Ora, não é o líder supremo da Babilônia uma figura humana que se diz infalível? O que mais lhe falta, senão sentar-se no santuário de Deus, ou seja, no futuro Templo do Deus de Israel, ostentando-se como se fosse o próprio Deus?
Mistério da iniquidade - este como qualquer outro mistério, parece ser inexplicável, pois um mistério sempre supera o poder de raciocínio do homem ou os seus métodos de investigação e descoberta.
Iníquo - assim como o verdadeiro cristão tem a imagem do Senhor Jesus e manifesta o Seu caráter neste mundo, o anticristo terá a imagem de Satanás e manifestará o seu caráter iníquo.
Abominável da desolação - sugere que a sua abominação será tão intensa que deixará uma desolação.

A descrição da besta que emerge do mar aponta futuristicamente para um homem com poder mundial. Entretanto, a besta já vem encarnando os diversos poderios mundiais durante todo o período histórico até agora.
O Império Egípcio, aproximadamente quatro séculos; o Império Assírio, três séculos; o Império Babilônico, em torno de setenta anos; o Império Persa, dois séculos; o Império Grego, dois séculos; o Império Romano, seis séculos; e, finalmente, o império da religião que se diz dominante, desde o ano 600 até hoje.

São, portanto, quatorze séculos. Este último império tem se perpetuado no domínio mundial desde a queda do Império Romano. E aí está a razão pela qual muitos intérpretes têm acreditado que o anticristo será um futuro líder supremo da Babilônia.
Porque ele reúne todas as características da besta, inclusive pelos próprios dogmas da sua religião, que, diga-se de passagem, não têm nenhum fundamento bíblico.
A partir do ano 310, por exemplo, a Babilônia instituiu dogmas, práticas, rituais e serviços religiosos frontalmente contrários à Palavra de Deus, envolvendo os mortos e as crianças recém-nascidas.
A virgem Maria passou a ser cultuada como se fosse uma deusa e personagens da Igreja primitiva foram elevados à categoria de figuras mitológicas, sendo também objeto de culto.
Mais tarde, outras figuras do cristianismo passaram por este mesmo processo de mitificação. Também uma cruel perseguição religiosa foi instituída, torturando e executando os cristãos fiéis à Palavra de Deus.
A participação na Santa Ceia foi substituída por outro ritual, foram incluídos livros apócrifos na Bíblia e o dirigente supremo passou a ser considerado infalível, ou seja, como se fosse um deus.
Aliás, esta é uma das características mais fortes da identificação do anticristo, ou da besta que emerge do mar. O apóstolo Paulo disse: "...o homem da iniquidade,o filho da perdição (...) a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus" (2 Tessalonicenses 2.3,4).
Por esta e muitas outras razões a Babilônia está totalmente contrária aos princípios da fé cristã apresentada na Palavra de Deus. Já houve inclusive um racha dentro dessa religião que se diz dominante, há séculos, justamente por causa da proposta de infalibilidade do seu líder máximo.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"Cingido  esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias.

Sede semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram. Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá.

Quer ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.
Sabei, porém, isto: se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, [vigiaria e] não deixaria arrombar a sua casa.

Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá." [LUCAS 12:35-40].
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