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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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Estudo do Apocalipse [texto 076] A ressurreição das duas testemunhas A sétima trombeta de juízo Os juízos da sétima trombeta

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ESTUDO DO APOCALIPSE  
texto 076  
A ressurreição das duas testemunhas


"...e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado." Apocalipse 11.8.
Diante da referência acima, podemos imaginar todos os veículos de comunicação transmitindo ao vivo, via satélite, as imagens de corpos estirados, sem vida, em qualquer Praça de Jerusalém.
Isso, paradoxalmente, será excelente, pois quando eles ressuscitarem, não haverá mais quem possa duvidar da glória poderosa do Senhor Jesus, e, ao mesmo tempo, a força da besta será envergonhada.
Não podemos esquecer que eles testemunhavam do Senhor Jesus, e quando ressuscitarem, o mundo inteiro vai saber que Ele os ressuscitou.

Em princípio, o fato é terrível, pois Israel se separa do seu fundamento, ou seja, da Lei, representada por Moisés, bem como dos profetas, representados por Elias.

E aí Jerusalém se transforma em semelhança a Sodoma e ao Egito. Sodoma, a síntese do pecado; Egito, a síntese do inimigo. Assim o Senhor descreve para o apóstolo a Jerusalém dos últimos tempos: "Mas, depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrou, e eles se ergueram sobre os pés, e àqueles que os viram sobreveio grande medo" (Apocalipse 11.11).
O galardão daquele que morre pela causa do Senhor Jesus é a ressurreição para a vida eterna com Ele. O apóstolo Paulo, dirigido pelo Espírito de Deus, disse: "Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele" (2 Timóteo 2.11).


A ressurreição das duas testemunhas se assemelha à visão do profeta Ezequiel com respeito à ressurreição de Israel, no vale dos ossos secos, quando diz: "Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso" (Ezequiel 37.10).

As duas testemunhas de Israel são um exemplo de como será o arrebatamento da Igreja do Senhor Jesus. Vejamos como registra o apóstolo João:

"e as duas testemunhas ouviram grande voz vinda do céu, dizendo-lhes: Subi para aqui. E subiram ao céu numa nuvem, e os seus inimigos as contemplaram. Naquela hora, houve grande terremoto, e ruiu a décima parte da cidade, e morreram, nesse terremoto, sete mil pessoas, ao passo que as outras ficaram sobremodo aterrorizadas e deram glória ao Deus do céu." Apocalipse 11.12,13.

Na primeira missão do profeta Elias, somente sete mil permaneceram fiéis ao Deus de Israel, enquanto os demais apostataram, conforme as Escrituras: "Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou" (1 Reis 19.18).

A situação no Apocalipse se inverte de forma peculiar: sete mil perecerão. Supõe-se que os mortos serão os que tiverem feito oposição mais intensa às duas testemunhas, isto é, aquelas pessoas que mais tenham perseguido Moisés e Elias.

O original grego diz literalmente "nomes de homens, sete mil." Há quem interprete que estes sete mil homens sejam pessoas importantes, de renome, autoridades de Jerusalém, que teriam impedido o sepultamento das duas testemunhas.

E agora eles próprios serão sepultados em meio às ruínas das suas casas. O texto sagrado diz ainda: "Passou o segundo ai. Eis que, sem demora, vem o terceiro ai" (Apocalipse 11.14).



A sétima trombeta de juízo 


"O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos. E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus, dizendo: Graças Te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o Teu grande poder e passaste a reinar.

Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a Tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos Teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o Teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra. Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada." Apocalipse 11.15-19.


O soar da sétima trombeta anuncia a chegada do Reino de Deus ao mundo, pois que, finalmente, "o reino do mundo" veio a ser do nosso Senhor Jesus Cristo. Convém salientar que até então o reino deste mundo vinha sendo regido por Satanás.

Porque Adão e Eva lhe passaram a autoridade que eles haviam recebido de Deus. Ora, o Senhor Jesus veio a primeira vez e resgatou este domínio das mãos do diabo. A partir de então, aqueles que vivem de acordo com a Sua Palavra passam a fazer parte da Igreja d'Ele.


E a Igreja do Senhor Jesus tem sido o Reino de Deus aqui na Terra. Mas agora, com o advento da sétima trombeta, o nosso Senhor toma posse legal do reino de todo o mundo. O Reino de Deus é restabelecido através da conquista do Seu Filho, tão logo o juízo desta trombeta esteja concluído.

Esta é a razão pela qual os vinte e quatro anciãos, que representam a Igreja arrebatada e glorificada, tanto da Antiga quanto da Nova Aliança, desceram dos seus respectivos tronos, prostraram-se sobre os seus rostos e adoraram ao Deus-Pai.

Nós já vimos, anteriormente, que os vinte e quatro anciãos tinham se prostrado diante do Senhor Jesus, quando Ele recebeu o livro selado da mão direita dAquele que estava sentado no trono. Aqui, entretanto, eles veem figuradamente a realização ou o cumprimento final do mistério de Deus na sétima trombeta.

Com o tocar desta sétima trombeta, eles se prostram sobre os seus rostos e adoram a Deus. Eles se curvam em adoração ainda muito maior, porque agora também eles assistem ao Cordeiro de Deus, o Senhor Jesus Cristo, cumprir tudo!
Ele é o cumprimento da Palavra de Deus em Pessoa, pois que Ele é o Verbo Vivo de Deus! Em outras palavras, a Igreja arrebatada e coroada, representada por estes vinte e quatro anciãos coroados, irá participar deste acontecimento glorioso.

Então, nós primeiro nos prostraremos e adoraremos, conforme o capítulo 5, mas quando o cumprimento do mistério de Deus prosseguir, nós nos prostraremos sobre os nossos rostos e nos curvaremos com ainda maior reverência e temor diante da suprema majestade de Deus.

Hoje mesmo já podemos ter uma pequena ideia da grandeza desta glória, quando vemos o cumprimento da Palavra de Deus na vida daqueles que têm crido.

É como o escritor da epístola aos judeus convertidos diz: "Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas..." (Hebreus 12.1).



Os juízos da sétima trombeta  


Quando os juízos da sétima trombeta estiverem concluídos, veremos essa glória nos Céus. E daí teremos o grandioso contraste: na Terra, os mais terríveis juízos sobre os filhos das trevas; no Céu, a manifestação da maior glória!
Sofrerão muito durante esses dias de juízo aqueles que hoje escarnecem da nossa fé; que ridicularizam o nome do nosso Deus; que debocham da nossa fidelidade ao Senhor nos dízimos e nas ofertas; perseguem-nos com impiedade; cometem injustiças e tramam projetos iníquos contra nós.

Todos serão devidamente julgados por todos os atos corruptos e injustos que praticaram contra os filhos do Altíssimo! Experimentarão as maiores tormentas e dores por toda a eternidade, pois que rejeitaram o perdão divino através do Filho de Deus.


Fizeram o mesmo que aquelas pessoas quando o nosso Senhor estava sendo julgado: preferiram o salteador, assassino e malfeitor Barrabás ao Salvador Jesus. Todas as pessoas que se mantêm na idolatria e rebeldes à oferta de Deus participarão deste juízo!
Mas os fiéis seguidores do Senhor Jesus verão o cumprimento triunfal da Sua vitória, e por toda a eternidade! Aleluia! Amém!

Quando os vinte e quatro anciãos dizem "...Graças Te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras..." (Apocalipse 11.17), há uma interrupção, pois eles não concluem dizendo "e que hás de ser".
Eles interrompem a manifestação de glória a Deus. Por quê? A verdade é que no tempo da sétima trombeta já começou o futuro do Senhor! Ele não "haverá de ser" porque Ele já é! Ele já terá assumido a Sua herança!

Então, enquanto os anciãos coroados se entregam à adoração e contemplam a face do Deus Eterno, eles veem acontecer o que ainda é futuro na Terra, pois ainda existe aqui o domínio do anticristo. No Céu, porém, eles já veem como presente o que ainda está por vir:

"Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a Tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos Teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o Teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra." Apocalipse 11.18.
Eles veem, portanto, o ódio dos povos contra o Senhor e o Seu Ungido, e contra Sião, Israel. Veem também a ira de Deus e o Juízo Final diante do grande trono branco.
Tudo isso o apóstolo João também vê, como que antecipadamente, pois o juízo diante do grande trono branco acontecerá após o Milênio. Os vinte e quatro anciãos e João veem a bem-aventurança e o galardão para três categorias de cristãos: os profetas, os santos e os que temem o nome do Senhor.

Mas eles veem também a assolação para aqueles que destroem a Terra. Entre estes existem muitos membros de igrejas, e até sacerdotes, como era Balaão. São pessoas que têm se encarregado de fazer ligação entre os pecadores e os santos fiéis ao Senhor Jesus.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo." [1 PEDRO 1:13].
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Estudo do Apocalipse [texto 075] As duas testemunhas parte 1_ 2 _ Não dê lugar à covardia

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ESTUDO DO APOCALIPSE   As duas testemunhas _ Parte 1   _ texto 075



"Darei às Minhas duas testemunhas que profetizem por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco. São estas as duas oliveiras e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da terra. Se alguém pretende causar-lhes dano, sai fogo da Sua boca e devora os inimigos; sim, se alguém pretender causar-lhes dano, certamente, deve morrer.
Elas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova durante os dias em que profetizarem. Têm autoridade também sobre as águas, para convertê-las em sangue, bem como para ferir a terra com toda sorte de flagelos, tantas vezes quantas quiserem. Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará, e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado.

Então, muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações contemplam os cadáveres das duas testemunhas, por três dias e meio, e não permitem que esses cadáveres sejam sepultados. Os que habitam sobre a terra se alegram por causa deles, realizarão festas e enviarão presentes uns aos outros, porquanto esses dois profetas atormentaram os que moram sobre a terra.


Mas, depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrou, e eles se ergueram sobre os pés, e àqueles que os viram sobreveio grande medo; e as duas testemunhas ouviram grande voz vinda do céu, dizendo-lhes: Subi para aqui. E subiram ao céu numa nuvem, e os seus inimigos as contemplaram.
Naquela hora, houve grande terremoto, e ruiu a décima parte da cidade, e morreram, nesse terremoto, sete mil pessoas, ao passo que as outras ficaram sobremodo aterrorizadas e deram glória ao Deus do céu. Passou o segundo ai. Eis que, sem demora, vem o terceiro ai." Apocalipse 11.3-14.
Devemos analisar o aparecimento das duas testemunhas no contexto da sexta trombeta, pois elas surgem enquanto a cidade santa é calcada aos pés pelos gentios durante quarenta e duas semanas, significando o aparecimento delas durante o período do primeiro "ai".


Há muitas conjecturas a respeito dessas duas testemunhas. Muitos têm pensado que o número dois significa o Antigo e o Novo Testamento; outros dizem tratar-se de um número simbólico, pois essas testemunhas significariam os cristãos de cada época.
No quarto versículo, entretanto, está claro que são duas pessoas, representadas por duas oliveiras, ou seja, homens cheios do Espírito Santo, e por dois candeeiros: homens que refletem a glória do Senhor Jesus Cristo.
Como oliveiras, sua mensagem é cheia da unção do Senhor Jesus, cheia de Espírito e Vida. Durante mil duzentos e sessenta dias elas testemunham a vitória do Senhor Jesus.

E, nesse tempo, o anticristo tem de reconhecer continuamente a sua impotência, pois ele não tem poder para tocar nelas enquanto não tiverem completado a sua tarefa: "Se alguém pretende causar-lhes dano, sai fogo da sua boca e devora os inimigos; sim, se alguém pretender causar-lhes dano, certamente, deve morrer."(Apocalipse 11.5).


As duas testemunhas _  Parte 2 


Como candeeiros, as duas testemunhas revelam, como única luz nas trevas, o pecado. Isso produz terríveis tormentos de consciência para todo o mundo. Não é difícil imaginar o ódio e a revolta que todas as nações lançarão contra essas duas testemunhas.
Hoje mesmo temos visto, e até experimentado, este tipo de sentimento por parte daqueles que odeiam a mensagem do Evangelho. Aliás, foi este mesmo sentimento que levou Caim a assassinar o seu irmão Abel.
Naquela oportunidade, ele invejou o relacionamento que Abel tinha com Deus, e isso foi o suficiente para matá-lo. Os filhos das trevas invejam os filhos da luz; e muitos deles, por estarem possuídos por espíritos imundos, tentam fazer-lhes mal.
É justamente por esta razão que os verdadeiros cristãos são ridicularizados, humilhados e perseguidos muitas vezes por parentes, amigos e até colegas, no seu ambiente de trabalho.
Assim como o Senhor Jesus não foi tocado até terminar a Sua tarefa, também acontece com estas duas testemunhas. Ninguém teve autoridade ou poder para tocá-las até a conclusão do testemunho que deveriam dar.
Quanto à identidade destas duas testemunhas, ainda que não possamos ser categóricos e afirmar com precisão, há muitas evidências com respeito a Moisés e Elias, dadas as suas características na descrição do apóstolo.
O presente contexto favorece essa suposição, pois as coisas que as duas testemunhas farão nos lembram a vida desses dois verdadeiros homens de Deus. Vejamos:

"Elas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova durante os dias em que profetizarem. Têm autoridade também sobre as águas, para convertê-las em sangue, bem como para ferir a terra com toda sorte de flagelos, tantas vezes quantas quiserem." Apocalipse 11.6.


Quem no passado manifestou este tipo de autoridade, capaz de fechar o céu para que não chovesse, senão o profeta Elias? Assim está escrito:

"Então, Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra."1 Reis 17.1.
Veja que o profeta não teve o mínimo receio ao determinar a sua palavra e afrontar o rei de Israel. A sua palavra estava totalmente contra todos os planos do rei Acabe, uma vez que não havendo chuva, o seu reino iria afundar, moral e economicamente.
A mesma autoridade sobre as águas, para convertê-las em sangue, foi conferida a Moisés, com respeito às águas do Egito:

"Disse mais o Senhor a Moisés: Dize a Arão: toma o teu bordão e estende a mão sobre as águas do Egito, sobre os seus rios, sobre os seus canais, sobre as suas lagoas e sobre todos os seus reservatórios, para que se tornem em sangue; haja sangue em toda a terra do Egito, tanto nos vasos de madeira como nos de pedra.
Fizeram Moisés e Arão como o Senhor lhes havia ordenado: Arão, levantando o bordão, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus oficiais; e toda a água do rio se tornou em sangue." Êxodo 7.19,20.
Além disso, há fortes argumentos que apontam o profeta Elias como o representante dos profetas, ao passo que Moisés representa a Lei. Ambos apareceram no monte da transfiguração com o Senhor Jesus:

"Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. E foi transfigurado diante deles; o Seu rosto resplandecia como o sol, e as Suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com Ele."Mateus 17.1-3.
Aquela visão anunciava a vinda do Senhor na Sua glória, para estabelecer o Seu Reino. Quer dizer: eles testificaram do Senhor Jesus! Pelo que deverão voltar para anunciar o Seu retorno e fazer oposição ao anticristo.


Portanto, considerados esses fatos, é perfeitamente natural que acreditemos serem estas duas testemunhas Moisés e Elias. Além do mais, o profeta Malaquias predisse a vinda de um profeta como Elias: "Eis que Eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor" (Malaquias 4.5).


Não dê lugar à covardia  


Israel espera o profeta Elias como precursor do Messias. Na primeira noite da festa da Páscoa judaica, chamada Festa de Seder, isso fica claro. Após a oração, é colocada uma taça com vinho sobre a mesa - a taça do profeta Elias. Um rabino certa vez explicou:

"O povo judeu foi liberto da escravidão no mês de nisã, na Páscoa, e o povo judeu será redimido em nisã, isto é, o Messias virá neste mês. Elias será o precursor do Messias. E se ele vem em nisã, a noite de Seder é a melhor oportunidade. Por isso colocamos uma taça para Elias sobre a mesa".
Desta taça não se bebe até que todos os participantes da festa bebam quatro vezes o vinho dos seus cálices quatro vezes por causa das quatro expressões do Torá, com relação à redenção: "Eu vos  tirei"; "Eu vos salvei”; “Eu vos redimi"; "Eu vos tomei para Mim como povo."
No ministério das duas testemunhas também temos um paralelo com respeito à tarefa de todos aqueles que um dia abraçaram a fé na Pessoa do Senhor Jesus: guerra total contra Satanás e todo o seu império!
É bem verdade que nos dias de hoje há uma falsa fé cristã, muito maior que a verdadeira. Por isso a Igreja do Senhor Jesus está prostrada. Há frouxidão em muitos que dizem crer no poder de Deus!
Infelizmente a Igreja do nosso Senhor Jesus Cristo está no mesmo espírito do povo de Israel diante dos midianitas, conforme diz a Bíblia:

"Prevalecendo o domínio dos midianitas sobre Israel, fizeram estes para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, e as cavernas, e as fortificações. Porque, cada vez que Israel semeava os midianitas e os amalequitas, como também os povos do Oriente, subiam contra ele.

E contra ele se acampavam, destruindo os produtos da terra até à vizinhança de Gaza, e não deixavam em Israel sustento algum, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos. Pois subiam com os seus gados e tendas e vinham como gafanhotos, em tanta multidão, que não se podiam contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra para destruí-la. Assim, Israel ficou muito debilitado com a presença dos midianitas; então, os filhos de Israel clamavam ao Senhor." Juízes 6.2-6.

Este é justamente o quadro que a Igreja do nosso Senhor apresenta hoje: covardia! E cabe a cada membro desta Igreja Viva se esforçar ao máximo para inverter essa situação.
Isso não é impossível e nem difícil, pois o mesmo Deus que livrou Israel das mãos dos seus inimigos livrará também a Sua Igreja de todas as forças do inferno.
Basta que nós, os verdadeiros cristãos, rasguemos os nossos corações por meio da oração, do jejum, enfim, da determinação de mudar esse quadro!
Quando a Igreja começar a testemunhar de todo o coração, sem medo de ser detido, mal compreendido ou ridicularizado, o Espírito Santo encontrará espaço para avivar o Seu povo e torná-lo conquistador, para a glória do Seu Santo Filho Jesus!
João registra ainda:"Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará" (Apocalipse 11.7).

E aí se manifestará a grande vitória, porque da mesma forma aconteceu com o nosso Senhor! Quando O mataram, o diabo pensou que tinha vencido finalmente, pois vinha tentando matar o Senhor Jesus desde o Seu nascimento.

Mas tudo o que estava divinamente planejado em relação a Ele aconteceu! Porque no Calvário o nosso Senhor fez expiação por todos aqueles que n'Ele creem de todo o coração!
Isso mesmo! A Sua morte trouxe salvação para nós. E da mesma forma que Ele ressuscitou para a glória do Deus-Pai, também nós ressuscitaremos para a vida eterna.
Por isso, a Sua morte foi uma bênção para os Seus seguidores e praticantes da Sua Palavra: ela significa a nossa remissão. O mesmo acontecerá com a morte dessas duas testemunhas.

Porque quando elas ressuscitarem, depois de três dias e meio, estará decretada a desmoralização total da besta: "e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado" (Apocalipse 11.8).



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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus Vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado.

Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivermos.[HEBREUS 3:12-14].

Quando cada um é chamado pelo Deus Vivo, é chamado para andar na Sua Presença, para possuir a salvação eterna de sua alma. E todos os que por Ele foram chamados, sabem que o Senhor Deus chamou-lhes a eles mesmos, pelo Espírito  do SENHOR. Não sendo necessário, que ninguém lhes declare isto.

Então, quem é o que incita o espírito à incredulidade?

"Os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo, ao passo que os de outros só mais tarde se manifestam.

Da mesma sorte também as boas obras, antecipadamente, se evidenciam e, quando assim não seja, não podem ocultar-se.[1 TIMÓTEO 5:24-25].

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Estudo do Apocalipse [texto 074] A medição do santuário Parte 1 _ 2_ 3

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ESTUDO DO APOCALIPSE  A medição do santuári_ Parte 1 _ texto 074



Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o seu altar e os que naquele adoram; mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa." Apocalipse 11:1,2.
Antes de analisarmos a medição do santuário, temos de entender como ele será novamente erguido. O profeta Ezequiel fala dos dias que precederão a reconstrução do Templo dos judeus, exatamente no lugar onde hoje existe uma mesquita muçulmana:

"Naquele dia, quando vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, a Minha indignação será mui grande. Pois, no Meu zelo, no brasume do Meu furor, disse que, naquele dia, será fortemente sacudida a terra de Israel, de tal sorte que os peixes do mar, e as aves do céu, e os animais do campo, e todos os répteis que se arrastam sobre a terra, e todos os homens que estão sobre a face da terra tremerão diante da Minha presença; os montes serão deitados abaixo, os precipícios se desfarão, e todos os muros desabarão por terra.
Chamarei contra Gogue a espada em todos os Meus montes, diz o Senhor Deus; a espada de cada um se voltará contra o seu próximo. Contenderei com ele por meio da peste e do sangue; chuva inundante, grandes pedras de saraiva, fogo e enxofre farei cair sobre ele, sobre as suas tropas e sobre os muitos povos que estiverem com ele. Assim, Eu Me engrandecerei, vindicarei a Minha santidade e Me darei a conhecer aos olhos de muitas nações; e saberão que Eu sou o Senhor." (Ezequiel  38.18-23)
A sexta trombeta revela que a terça parte da humanidade será destruída. Isso deverá acontecer através de uma guerra mundial, com o uso de armas nucleares.

Acreditamos que esta guerra terá início no Oriente Médio, tendo em vista que os quatro anjos da guerra serão soltos junto ao Rio Eufrates. Cremos também que isso seja uma visão antecipada da luta final dos povos no Armagedom.

É justamente aí que entra a reconstrução do Templo. O Domo da Rocha e a Mesquita de Omar terão de ser destruídos, a fim de darem lugar à construção do terceiro Templo em Jerusalém, porque o templo dos judeus não poderá ser erguido em outro lugar senão onde está a mesquita muçulmana.
Somente uma guerra, na qual os judeus tomem à força o espaço onde se encontra a mesquita, ou então um terremoto, para que isso se torne realidade. Estamos convictos da segunda opção.
Segundo a profecia de Ezequiel, o próprio Deus causará a destruição da mesquita, pois está escrito: "Pois, no Meu zelo, no brasume do Meu furor, disse que, naquele dia, será fortemente sacudida a terra de Israel". (Ezequiel 38.19)
É aí que os judeus tomarão posse da antiga Jerusalém e reerguerão o terceiro Templo, tão esperado por todo o mundo sionista.
Se analisarmos atentamente o capítulo 11 do Apocalipse, vamos constatar que os acontecimentos ali relatados são realmente uma parte do capítulo anterior, onde o "anjo forte", ou o Senhor Jesus, toma posse da terra, ao colocar os Seus pés sobre ela.
Também no final do capítulo 10 este "anjo forte" parece ordenar ao apóstolo que continue profetizando. Mas aqui, no capítulo 11, João recebe uma nova ordem: "... Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o seu altar e os que naquele adoram" (Apocalipse 11.1).

Parece, então, haver uma relação íntima entre o final do capítulo 10 e o início do capítulo 11, pois a ordem vem do Filho de Deus, por meio do juramento de que já não haveria mais demora após a sétima trombeta.

A medição do santuári_ Parte 2 


No capítulo 11, encontramo-nos no meio da septuagésima e última semana de anos que profetizou Daniel, isto é, na segunda metade da Grande Tribulação.
Na verdade, Jerusalém é o centro das decisões celestiais. Tudo foi decidido lá, onde Deus estava através do Seu Filho Jesus, e reconciliou o mundo Consigo mesmo pelo Seu sacrifício no Calvário.
Também lá o Senhor Jesus Cristo ressuscitou e ascendeu aos Céus. E, finalmente, é lá que Ele voltará e reinará! Vejamos, por exemplo, o que diz o profeta Zacarias:
"Eis que vem o Dia do Senhor, em que os teus despojos se repartirão no meio de ti. Porque Eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres, forçadas; metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o restante do povo não será expulso da cidade.

Então, sairá o Senhor e pelejará contra essas nações, como pelejou no dia da batalha. Naquele dia, estarão os Seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está de fronte de Jerusalém para o oriente; o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade, para o sul." Zacarias 14:1-4
Portanto, tudo será decidido em Jerusalém! Entretanto, depois que ouviu o "anjo forte", ele passou a agir: "Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel." Apocalipse 10:9
Conforme vimos, este livrinho contém a herança dos lavados no sangue do Cordeiro de Deus. Estes, como também os vinte e quatro anciãos, representam toda a Igreja glorificada do Senhor Jesus.

O apóstolo tinha de continuar a profetizar: "Então, me disseram: É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis." (Apocalipse 10:11) Mas profetizar o quê? Que o Senhor Jesus e a Sua glória, a Igreja, voltariam!
Agora o apóstolo é transferido em espírito para a Jerusalém terrena e realiza um trabalho que não é visível para os seus habitantes: medir o Templo. Isto acontece na segunda metade da Grande Tribulação, quando a besta, o anticristo, estiver no auge do seu poder. É o que nos dá a entender o seguinte verso: "mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa." Apocalipse 11:2.
O capítulo 12 fala do mesmo período. É importante saber que as indicações de tempo na Bíblia, que se referem a "um tempo, tempos e metade de um tempo", por exemplo, ou "quarenta e dois meses", ou "mil duzentos e sessenta dias", indicam sempre os últimos três anos e meio dos sete anos de tribulação.
Quando João mede o santuário, ele o faz com a autoridade que lhe foi conferida, uma vez que este ato é puramente judicial e significa limitação e posse. O átrio, o que não é sagrado, é separado do santuário.

A medição do átrio será a tarefa da Igreja arrebatada e glorificada, pois o apóstolo age profeticamente, representando a Igreja no Céu. O apóstolo Paulo disse isso da seguinte maneira:
"Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida!" 1 Coríntios 6:2-3.
Devemos estar conscientes de que este julgamento separador já passa hoje pelas nossas fileiras, sendo que os falsos cristãos, aqueles convencidos e não convertidos a Jesus, os "cristãos do átrio", são deixados de lado, e o sagrado permanece.


A medição do santuári_ Parte 3


Os primeiros a serem medidos são o santuário, o altar e os que nele adoram. A única Casa de Deus existente sobre a Terra é o Seu templo espiritual, ou seja, a Igreja do Senhor Jesus Cristo. As pedras vivas que constituem este templo são os renascidos, dentre judeus e gentios, como está escrito: "também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo" 1 Pedro 2:5.
Nesta "casa", o juízo será realizado primeiro e, em seguida, ela será retirada de maneira maravilhosa. É como ensina o Espírito Santo, por intermédio do apóstolo Paulo:

"Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor." 1 Tessalonicenses 4:15-17.
Ao apóstolo João é dito: "... Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o Seu altar e os que naquele adoram." (Apocalipse 11:1) E quem são os que adoram?

São os cento e quarenta e quatro mil selados de todas as tribos dos filhos de Israel. Este povo israelita, convertido ao Senhor Jesus durante a Grande Tribulação e o domínio do anticristo, é, figuradamente, a base de Deus na Terra.
Através da medição judicial, essas pessoas são separadas dos ímpios, da mesma maneira como acontece hoje na Igreja do Senhor Jesus, quando os verdadeiros convertidos vivem uma vida de prática da Palavra de Deus, e, portanto, separada daqueles que não têm nada a ver com a fé cristã.
Os adoradores no Templo em Jerusalém não podem ser os cristãos que fazem parte da multidão inumerável dentre todas as nações e línguas, pois estes terão de morrer como mártires, vítimas das atrocidades do anticristo.

Eles adorarão ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nos seus respectivos lugares, até serem descobertos e decapitados, conforme está escrito, enquanto os judeus convertidos adorarão ao Senhor Jesus no Templo, em Jerusalém:
"Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da Palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos." Apocalipse 20:4
Como vemos, há uma posição distinta entre aqueles gentios e estes judeus que se converterão durante a Grande Tribulação. Os selados de Israel durante a tribulação serão guardados da grande mortandade; eles serão mantidos para a plenitude da redenção e separados do átrio, que foi dado aos gentios.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


A ressurreição existe para todos os seres humanos, visto que todos são mortais. Porquanto, igualmente, imortais. Porém, uma só é a ressurreição. Ou para a vida eterna, ou, para a morte eterna. Isto conforme as verdades eternas, escritas.

De modo que, somente os verdadeiros adoradores do SENHOR em Cristo Jesus, serão os que ressuscitarão para a vida eterna. Por isso que é fundamental que cada pessoa possua a sua própria decisão.

Uma decisão que não condiz com um viver em conformidade de letras, nem em instruções de homens ou em vãs convicções. 

Mas condiz, com um viver em novidade de vida, sob a Palavra do Altíssimo. 

"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.

E não há criatura que não seja manifesta na Sua Presença; pelo contrário, todas as cousas estão descobertas e patentes aos olhos d'Aquele a quem temos de prestar contas.[HEBREUS 4:12-13].

Ainda no capítulo 9 de Apocalipse, podemos perceber a situação espiritual em que encontram-se a maioria dos habitantes do mundo, destes dias. Observemos: 


"Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar; nem ainda se arrependeram dos seus assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.[APOCALIPSE 9:20-21].

Um erro irreversível, não considerar estas verdades, pode ser um erro irreversível. Afinal, qual perigo é maior do que não cuidar em estar e permanecer com a sua salvação eterna? Pelo Espírito do Deus Vivo, que é o Espírito de Vida, o Espírito do Senhor Jesus.

Tantas pessoas buscam uma forma de santificação que despreza Aquele que lhe santifica, que é o Senhor Jesus. E assim confessam uma fé, sem o Autor e o Consumador da fé viva, que é, o próprio Senhor Jesus. 

"Pois toda casa é estabelecida por alguém, mas Aquele que estabeleceu todas as cousas é Deus.[HEBREUS 3:4].
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