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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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Estudo do Apocalipse [texto 073] O anjo forte O Livrinho aberto - Parte 1 - Parte 2

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ESTUDO DO APOCALIPSE 
 texto 073 
O anjo forte  



“Vi outro anjo forte descendo do céu, envolto em nuvem, com o arco por cima de sua cabeça; o rosto era como o sol, e as pernas, como colunas de fogo; e tinha na mão um livrinho aberto. Pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo, sobre a terra, e bradou em grande voz, como ruge um leão, e, quando bradou, desferiram os sete trovões as suas próprias vozes.
Logo que falaram os sete trovões, eu ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, dizendo: Guarda em segredo as coisas que os sete trovões falaram e não as escrevas. Então, o anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita para o céu e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o mesmo que criou o céu, a terra, o mar e tudo quanto neles existe: Já não haverá demora, mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas.
A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra. Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel.
Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo. Então, me disseram: É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis.” Apocalipse 10.1-11.

Na sexta trombeta, vimos o quadro da guerra mundial, com o uso de armas atômicas matando a terça parte da humanidade. O presente capítulo é a continuação da sexta trombeta, só que aqui a figura central é “um anjo forte” e o livrinho.

Embora muitos intérpretes recusem a ideia de que este outro “anjo forte” seja o Senhor Jesus, a descrição que o apóstolo João faz tem todas as características de outras descrições feitas a respeito d'Ele.Vejamos alguns exemplos:

Referindo-se ao Senhor Jesus, nós temos a promessa: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá...” (Apocalipse 1.7). Sabemos que os filhos de Deus serão arrebatados ao encontro dEle nas nuvens. A descrição deste “anjo forte” é: “Vi outro anjo forte descendo do céu, envolto em nuvem, com o arco-íris por cima de sua cabeça; o rosto era como o sol, e as pernas, como colunas de fogo; e tinha na mão um livrinho aberto...” (Apocalipse 10.1,2).

Isso nos lembra a profecia de Ezequiel, quando viu a glória do Senhor: “Como o aspecto do arco que aparece na nuvem em dia de chuva, assim era o resplendor em redor...” (Ezequiel 1.28).
Sobre o rosto deste “anjo forte”, lemos que “...era como o sol...”, ou seja, a mesma descrição do início do livro, quando João diz: “...O seu rosto brilhava como o sol na sua força” (Apocalipse 1.16).
A respeito das pernas, vimos que eram “...como colunas de fogo...” (Apocalipse 10.1), o que também combina com a descrição feita do Senhor por João: “os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha...” (Apocalipse 1.15).
Ainda que seja chamado de “anjo forte”, as características da Sua descrição são bem distintas dos demais anjos; além disso, por ser tão distinto, não podemos duvidar de que se trata da Pessoa do Senhor Jesus Cristo.
Afinal, que anjo teria a autoridade de pôr o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra? Sabemos que, por duas vezes, o Senhor Deus exortou o povo de Israel, antes da posse da Terra Prometida, dizendo:

“Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, desde o deserto, desde o Líbano, desde o rio, o rio Eufrates, até ao mar ocidental, será vosso. Ninguém vos poderá resistir; o Senhor, vosso Deus, porá sobre toda terra que pisardes o vosso terror e o vosso temor, como já vos tem dito.” Deuteronômio 11.24,25.

Novamente lemos a mesma promessa dada a Josué, confirmando o que fora dito a Moisés: “Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés” (Josué 1.3).
Ora, da mesma forma pela qual o povo de Deus toma posse de um pedaço de terra, pelo simples fato de colocar ali a planta do pé, assim acontece com este “anjo forte”.

O fato de colocar o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra significa a tomada de posse de ambos. Mas cabe a pergunta: por que este “anjo” poderoso coloca os pés sobre o mar e sobre a terra, se os dois são uma coisa só, ou seja, estão no contexto do planeta Terra?

Aí é que está! O mar significa os povos e a terra significa Israel. Esta atitude do “anjo forte” apenas confirma a interpretação de que não é outro senão o próprio Senhor Jesus Cristo!


Ele vem, assim, tomar posse da Sua propriedade legal, assumindo o domínio de ambos. Isto seria impossível se Ele não tomasse o livro e abrisse os seus selos, conforme diz o apóstolo João: “Veio, pois, e tomou o livro da mão direita daquele que estava sentado no trono” (Apocalipse 5.7).

A abertura dos selos e a tomada do livro selado da mão direita dAquele que estava sentado no trono são a prova do Seu direito à posse do mar e da terra. Da mesma forma que Ele venceu, todos os que nEle estão, sem exceção, também vencerão!
O Seu triunfo garante o nosso triunfo. Onde está o Senhor Jesus não há espaço para os Seus inimigos. Assim sendo, quem está em Cristo Jesus tem de ser mais que vencedor!
A razão de muitos cristãos serem fracassados está no fato de que jamais tiveram realmente um encontro  com o Senhor Jesus. Não O conhecem como Ele é! Têm se enchido de muitas informações a Seu respeito, porém nunca O conheceram!
Jesus Cristo é o Senhor não por ter recebido este título por herança, ou por ter nascido nobre, não! Ele é o Senhor porque venceu! E aqueles que nEle estão têm a obrigação de vencer todas as batalhas travadas contra as trevas!
A segunda atitude deste “anjo forte”, depois de pôr os pés sobre o mar e a terra, foi clamar com grande voz, como ruge o leão. Isto nos lembra a profecia de Joel:“O Senhor brama de Sião e se fará ouvir de Jerusalém, e os céus e a terra tremerão; mas o Senhor será o refúgio do seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel” (Joel 3.16).
O profeta Amós também disse: “...O Senhor rugirá de Sião e de Jerusalém fará ouvir a sua voz...” (Amós 1.2). Ainda com relação a “clamar com grande voz”, o profeta Jeremias disse:
“Tu, pois, lhes profetizarás todas estas palavras e lhes dirás: O Senhor lá do alto rugirá e da sua santa morada fará ouvir a sua voz; rugirá fortemente contra a sua malhada, com brados contra todos os moradores da terra, como o eia! dos que pisam as uvas. Chegará o estrondo até à extremidade da terra, porque o Senhor tem contenda com as nações, entrará em juízo contra toda carne; os perversos entregará à espada, diz o Senhor”.Jeremias 25.30,31
Tendo o “anjo forte” clamado com grande voz, como de leão, seguiu-se o soar das vozes dos sete trovões. O que isso pode significar? O Senhor Jesus clama e ruge como um leão?
Sabemos ser o nosso Senhor o Leão da tribo de Judá, e quando o rei dos animais ruge, faz soar a sua ira e todos os animais estremecem. Da mesma forma este clamor do Senhor significa o juízo que faz as estruturas do inferno temerem e tremerem, porque para os profetas o rugir do Leão é sempre um sinal de juízo.

A terceira atitude do “anjo forte” foi jurar por Aquele que vive pelos séculos dos séculos, que criou o céu, a terra e o mar, e tudo quanto neles existe, dizendo: “...Já não haverá demora, mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas” (Apocalipse 10.6,7).

Essa declaração vem confirmar a premissa de que o “anjo forte” é o Senhor Jesus, pois quem nos Céus, na Terra ou em todo o universo teria a autoridade para jurar por Deus que não haveria demora? E que nos dias da voz do sétimo anjo, quando este estiver prestes a tocar a trombeta, cumprir-se-á o mistério de Deus? O profeta Daniel registrou uma profecia paralela a este juramento:
“Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente.” Daniel 12.1-3.
Estes versos anunciam os acontecimentos do tempo final, e Aquele que transmitia esta revelação a Daniel fez o seguinte juramento:

“Ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando levantou a mão direita e a esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente, que isso seria depois de um tempo, dois tempos e metade de um tempo. E, quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão.” Daniel 12.7.

O juramento deste “anjo forte”, ou do Senhor Jesus, no presente capítulo, fala que não haverá demora com respeito ao cumprimento do mistério de Deus, que parece focalizar o estabelecimento do Reino do Seu Filho Jesus Cristo.
Sim, pois com a abertura do livro, o Senhor Jesus vai tomando posse dos Seus direitos adquiridos no Calvário. Em outras palavras, quanto mais rapidamente os juízos de Deus são executados sobre a humanidade, mais rápido o Senhor Jesus impõe o Seu direito. Eis o resumo da visão do décimo capítulo!


O Livrinho aberto _ Parte 1


Se este “anjo forte” que desceu do céu tendo na mão um livrinho aberto é mesmo o Senhor Jesus, como nós temos crido, então o livrinho aberto é o mesmo citado no quinto capítulo, isto é, o livro selado com sete selos.
Por quê? Porque no quinto capítulo vemos o Deus-Pai entregando ao Filho o livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos, e que ninguém, nem no Céu, nem sobre a Terra, nem debaixo da terra, podia abrir, e nem mesmo olhar para ele! 

Quando o Senhor Jesus recebeu esse livro, ele estava selado, fechado; mas agora que os sete selos foram rompidos, ele está aberto. Por esta razão o décimo capítulo afirma que o “anjo forte” desceu do Céu com um livrinho aberto na mão. 

O termo “livrinho”, no presente capítulo, pode ser justificado pelo fato de conter o restante das revelações dos juízos de Deus. 
A outra explicação sobre a diferença entre as palavras “livro”, do capítulo 5, e “livrinho”, do capítulo 10, esbarra nos manuscritos que fundamentaram a tradução, nos quais está a palavra grega biblion, que é o diminutivo de biblios.
O livrinho na mão do “anjo forte”, em algumas cópias do Novo Testamento, é também chamado biblaridon. Assim, podemos chamá-lo de “livro”, “livrinho” ou “volume”. 
As melhores cópias, no entanto, têm utilizado a mesma palavra, tanto no capítulo 5 quanto no capítulo 10: “livro”. Também nos dois contextos há uma clareza com respeito à autoridade suprema do Senhor Jesus Cristo.

Ele toma posse do Seu direito, ou seja, no capítulo 5 Ele recebe o livro da mão direita do Deus- Pai, e no capítulo 10 Ele desce do Céu com o livro na mão. Isso significa a tomada de posse pública da Sua herança.

Toda esta autoridade a Ele conferida está apoiada no Seu sacrifício no Calvário. Ao nascer aqui na Terra, Ele precisou ser colocado sob a Lei, para servir como o Cordeiro de Deus.
Era uma necessidade divina o cumprimento de toda a justiça, como Ele mesmo afirmou por ocasião do Seu batismo. Todas as vitórias e todo o louvor que recebeu são baseados na Sua obra mediadora e na realização de tudo aquilo que a Lei de Deus exige.

Ele cumpriu toda a Lei! Aliás, Ele é o próprio cumprimento da Lei! O Senhor Jesus não poderia ter ressuscitado dos mortos; ter subido aos Céus; ter Se sentado à direita do Pai; ter perdoado pecados; ter recuperado a herança perdida – os resgatados pelo Seu sangue –, se não tivesse realmente expiado os pecados de todo o mundo na cruz do Calvário.

Pela Sua completa obediência, Ele comprou com o Seu sangue todos que em qualquer época reivindicam a redenção, de modo que se tornem Sua propriedade legal!
Talvez o amigo leitor viva na opressão do medo, dos fracassos sucessivos na saúde, na vida econômica, sentimental ou familiar. Talvez, enfim, a sua vida seja caracterizada pela derrota e, aos seus olhos, não haja saída para esta situação.


Você já ouviu conselhos e mensagens religiosas, já participou de orações e ainda continua na mesma. Por quê? Porque você simplesmente ainda não tomou posse da liberdade que há no sangue do Senhor Jesus Cristo!

Você precisa determinar isso no seu coração e olhar para a frente! Não adianta querer conquistar alguma coisa que está à sua frente enquanto mantiver os olhos nos fracassos do passado!
A partir do momento que você apoiar a sua fé nas promessas de Deus e invocar o nome do Senhor Jesus, o Espírito Santo fará o resto. Fé é a certeza de que Deus fará aquilo que Ele prometeu fazer!
O sacrifício do Senhor Jesus vale tanto para você quanto para mim! Reaja aos pensamentos negativos e firme o coração na Palavra de Deus! Este livro que o Senhor Jesus tem na mão significa o título de propriedade de todos os que nEle creem de todo o coração.
Isso significa que o diabo perde qualquer batalha para quem confessa que é propriedade do Senhor Jesus. É como acontece no mundo: ninguém pode reivindicar uma propriedade sem que tenha o título dela em mãos.

O título é o que garante a autoridade, e ninguém pode entrar na propriedade sem a permissão do seu proprietário. É este o sentido do livrinho! O Senhor Jesus Cristo desceu do Céu com este título na mão, pôs o Seu pé direito sobre o mar (os povos), e o esquerdo sobre a terra (Israel), manifestando assim a Sua autoridade para exercer o juízo sobre aqueles que são rebeldes e profanaram a Sua propriedade.


O Livrinho aberto _ Parte 2


Esse livro contém todos os direitos proféticos, sacerdotais e reais do Senhor Jesus Cristo como nosso Redentor. Ele abrange a origem e o âmago de todas as profecias, de toda a pregação do Evangelho, de toda fé verdadeira e de toda esperança firme. Entretanto, segundo a narrativa de João, algo estranho acontece com o livrinho:

“A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra. Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel. 

Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo. Então, me disseram: É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis.” Apocalipse 10.8-11.
As perguntas que logo vêm ao nosso coração são: por que João teve de comer o livrinho? E por que era doce na boca e amargo no estômago?

Antes de responder a estas perguntas é interessante verificarmos que o mesmo aconteceu com o profeta Ezequiel, quando foi chamado para profetizar aos filhos de Israel. Naquela ocasião o Senhor lhe disse:


“Ele me disse: Filho do homem, Eu te envio aos filhos de Israel, às nações rebeldes que se insurgiram contra Mim; eles e seus pais prevaricaram contra Mim, até precisamente ao dia de hoje. Os filhos são de duro semblante e obstinados de coração; Eu te envio a eles, e lhes dirás: Assim diz o Senhor Deus. Eles, quer ouçam quer deixem de ouvir, porque são casa rebelde, hão de saber que esteve no meio deles um profeta. 

Tu, ó filho do homem, não os temas, nem temas as suas palavras, ainda que haja sarças e espinhos para contigo, e tu habites com escorpiões; não temas as suas palavras, nem te assustes com o rosto deles, porque são casa rebelde. Mas tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir, pois são rebeldes. Tu, ó filho do homem, ouve o que Eu te digo, não te insurjas como a casa rebelde; abre a boca e come o que Eu te dou. 
Então, vi, e eis que certa mão se estendia para mim, e nela se achava o rolo de um livro. Estendeu-o diante de mim, e estava escrito por dentro e por fora; nele, estavam escritas lamentações, suspiros e ais.
Ainda me disse: Filho do homem, come o que achares; come este rolo, vai e fala à casa de Israel. Então, abri a boca, e Ele me deu a comer o rolo. E me disse: Filho do homem, dá de comer ao teu ventre e enche as tuas entranhas deste rolo que Eu te dou. Eu o comi, e na boca me era doce como o mel.” Ezequiel 2.3-10; 3.1-3.
Verificamos nessa passagem que primeiramente Deus escolheu o Seu servo, Ezequiel, para uma obra. E, em seguida, ele foi preparado para profetizar a um povo de coração obstinado e rebelde.

Para tanto, ele precisou ingerir o livro que iria anunciar. E aí está a verdadeira razão pela qual ele teve de comer o livro cheio de lamentações, suspiros e ais! Ele precisou experimentar por si mesmo aquilo que iria dar aos outros.

Precisa acontecer com o homem de Deus o mesmo que com um vendedor, que só terá sucesso nas suas vendas se tiver provado e aprovado o produto que está vendendo!
Para que possa transmitir o Espírito e a Vida que há na Palavra de Deus, o homem de Deus precisa, espiritualmente falando, comê-la, ou seja, absorvê-la a tal ponto que o seu ser assuma totalmente o caráter do Autor da Palavra, para que ela possa sair de dentro dele com o mesmo Espírito que nela existe!
O profeta Ezequiel e o apóstolo João tiveram de comer da Palavra de Deus para que tivessem condições espirituais de transmiti-la com fidelidade, palavra por palavra, a fim de que o objetivo fosse alcançado também com fidelidade.

João relata: “Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo” (Apocalipse 10.10). Significa que ele se apropriou da sua mensagem e provou tanto do seu gozo quanto do seu sofrimento.


Isso tem acontecido com todos os homens de Deus, pois se por um lado eles sentem o sabor do mel na boca, isto é, a alegria de poderem transmitir aos outros aquilo que Deus lhes tem dado, por outro eles sentem agonia por aqueles que se perdem, que rejeitam a oferta gratuita do perdão de Deus.

Então, o gosto amargo no estômago está relacionado com as muitas tribulações que o homem de Deus tem de passar para tentar salvar os perdidos, sabendo que se isso não acontecer, eles sofrerão o juízo eterno. E é muito duro suportar!
Vemos que só depois de João ter devorado o livrinho a seguinte ordem lhe é dada: “...É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Apocalipse 10.11). Daí a razão de ter comido o livrinho.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


Se agora, alguém resolve consigo voltar-se para o Senhor Jesus, reconhecendo- O, como Ele é,  único Senhor e Salvador de sua vida, de sua própria existência. Sim, pode haver alguém que interceda em seu favor, para que você possa conhecê-Lo, mas não existe quem possa ir ao Pai Altíssimo, que não seja tão somente, através d'Ele, Senhor Jesus. Nem mesmo cada um de nós, por si mesmos, tendo consigo as próprias convicções, humanas.

Porque é por intermédio d'Ele somente, que podemos ser salvos, agora e eternamente. Não havendo ninguém na face desta terra, que possa assumir esta responsabilidade, por Ele. Nem mesmo poderia haver. 

Mas quem quer que seja, se assim desejar, pode buscá-Lo, sem intermediário algum, então chamá-Lo. E com suas palavra sinceras, então fazer sua oração ao Altíssimo. Por intermédio tão somente d'Ele, Senhor Jesus Cristo. Segundo as verdades eternas:


"Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus; nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santo dos Santos com sangue alheio.

Ora, neste caso, seria necessário que Ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado.



E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação." [HEBREUS 9:24-28].
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... ◦ ◦ ◦  ◦ ◦◦ ◦Livro - Estudo do Apocalipse 
http://www.arcacenter.com.br/livros/estudos-biblicos/estudo-do-apocalipse-volume-unico.html

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Estudo do Apocalipse [texto 072] O juízo divino sobre a Terra A chave do poço do abismo Flagelos apocalípticos

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ESTUDO DO APOCALIPSE  O juízo divino sobre a Terra _  texto 072




“O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite. Então, vi e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia em grande voz: Ai! Ai! Ai dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!”. Apocalipse 8.12,13.
Até aqui, as primeiras três trombetas trouxeram destruição e caos sobre o planeta; a partir desta quarta trombeta, entretanto, os juízos divinos passam a acontecer na parte externa da Terra. Aliás, alguns profetas e até mesmo o próprio Senhor Jesus anunciaram esses dias:

“Eis que vem o Dia do Senhor, dia cruel, com ira e ardente furor, para converter a terra em assolação e dela destruir os pecadores. Porque as estrelas e constelações dos céus não darão a sua luz; o sol, logo ao nascer, se escurecerá, e a lua não fará resplandecer a sua luz.” Isaías 13.9,10.
“Quando Eu te extinguir, cobrirei os céus e farei enegrecer as suas estrelas; encobrirei o sol com uma nuvem, e a lua não resplandecerá a sua luz. Por tua causa, vestirei de preto todos os brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o Senhor Deus. Afligirei o coração de muitos povos, quando se levar às nações, às terras que não conheceste, a notícia da tua destruição.” . Ezequiel 32.7-9.

“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados.”  Lucas 21.25,26.
Realmente não dá para imaginar o terror até aqui descrito, com os eventos dos selos e destas quatro trombetas, mas tem-se uma ideia do que está reservado para os resistentes à Salvação oferecida pelo Senhor Jesus.


Especialmente aqueles que já experimentaram essa alegria, mas, devido aos deleites do mundo, esfriaram e deram as costas para a graça de Deus.
Quantas pessoas têm visto a manifestação do poder de Deus não apenas na vida dos seus entes queridos, mas também na sua própria vida, e mesmo assim permanecem com o seu coração endurecido?

Naqueles dias, que já se aproximam, elas não poderão dar desculpas. O Senhor Jesus disse: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mateus 24.22).
A nona praga que desabou sobre o Egito parece traçar um paralelo com o significado desta quarta trombeta. Naquela oportunidade, o Senhor disse a Moisés:

“Então, disse o Senhor a Moisés: Estende a mão para o céu, e virão trevas sobre a terra do Egito, trevas que se possam apalpar. Estendeu, pois, Moisés a mão para o céu, e houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito por três dias; não viram uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar por três dias; porém todos os filhos de Israel tinham luz nas suas habitações.”. Êxodo 10.21-23.

Vemos, assim, que Deus, antes de livrar o Seu povo do jugo egípcio ou satânico, fez conhecidas as Suas maravilhas, para que todos O temessem. O mesmo acontecerá nos dias anteriores ao arrebatamento dos verdadeiros praticantes da Palavra de Deus: sinais espantosos na terra, no mar e no ar.

Hoje, por causa da poluição, nós nos deparamos com o chamado efeito estufa, que está virando o clima mundial de cabeça para baixo e dando origem a fenômenos como o El Niño e outros.
Este inexplicável aquecimento das águas do Oceano Pacífico, no Sul, vem causando inúmeras calamidades pelo mundo. Técnicos em Meteorologia afirmam que drásticas mudanças climáticas ocorrerão no planeta, em um futuro próximo.
Antes dos três últimos e mais severos juízos, o personagem central desta trombeta, a águia, sai voando pelo meio do céu, dizendo em grande voz: “...Ai! Ai! Ai dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!” (Apocalipse 8.13).

Muito se tem conjecturado com respeito à identificação desta águia. Há quem diga ser um anjo; outros dizem ser a Igreja arrebatada. Seja o que for, o mais importante é o que ela exprime.
À primeira vista, não haveria necessidade de a águia sair gritando e manifestando um sentimento de profunda dor por aqueles que ainda habitam a Terra, se isto não tivesse um objetivo extremamente importante.

Pensamos que este objetivo é justamente salientar a sequência de dores que atormentarão os habitantes do planeta. Todos os injustos estarão passando pelas dores destes juízos!


A chave do poço do abismo 


“O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo. Ela abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar. Também da fumaça saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.

Foi-lhes também dado, não que os matassem, e sim que os atormentassem durante cinco meses. E o seu tormento era como tormento de escorpião quando fere alguém. Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles. 

O aspecto dos gafanhotos era semelhante a cavalos preparados para a peleja; na sua cabeça havia como que coroas parecendo de ouro; e o seu rosto era como rosto de homem; tinham também cabelos, como cabelos de mulher; os seus dentes, como dentes de leão; tinham couraças, como couraças de ferro; o barulho que as suas asas faziam era como o barulho de carros de muitos cavalos, quando correm à peleja; tinham ainda cauda, como escorpiões, e ferrão; na cauda tinham poder para causar dano aos homens, por cinco meses; e tinham sobre eles, como seu rei, o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abadom, e em grego, Apoliom. O primeiro ai passou. Eis que, depois destas coisas, vêm ainda dois ais.”. Apocalipse 9.1-12.

O juízo desta quinta trombeta difere totalmente dos juízos das anteriores. Na primeira, foi queimada a terça parte da Terra, das árvores e de toda erva verde. Na segunda, foi atingida a terça parte dos mares, dos animais que neles vivem e das embarcações.

Na terceira trombeta foi contaminada a terça parte dos rios e das fontes de águas, e, finalmente, na quarta trombeta foi escurecida a terça parte do sol, da lua e das estrelas.
Verificamos, então, que nestas quatro trombetas houve uma matéria física causadora de destruição. Na primeira, a saraiva e fogo de mistura com sangue. 

Na segunda, uma como que montanha ardendo em chamas. Na terceira, uma grande estrela ardendo como tocha, e na quarta, alguma coisa atingindo o sol, a lua e as estrelas, ferindo-os.

Nesta quinta trombeta, o apóstolo João viu uma estrela caída do céu na Terra. Esta estrela recebeu a chave do poço do abismo. Em oposição a ela, o Senhor Jesus Cristo tem as chaves da morte e do inferno (Apocalipse 1.18).
Ora, sabemos que a chave é um símbolo de autoridade para iniciar eventos e exercer controle; por isto mesmo o Senhor Jesus Se identifica para o anjo da igreja em Filadélfia como “...Aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá” (Apocalipse 3.7).

Então, esta estrela caída na Terra, recebedora da chave do poço do abismo, não pode ser outro senão o próprio Satanás, pois que ele mesmo não tem nem poder nem autoridade para abrir o poço, sem que receba de Alguém esta condição.

Se tivesse, então já teria aberto o poço há muito tempo. Podemos concluir que Satanás tem o seu poder limitado pelo poder do Senhor Jesus Cristo! Significa que ele não pode agir de forma independente, pois todos os seus objetivos destruidores estão dentro dos limites estabelecidos por Deus.

Um exemplo claro disso é o caso de Jó. Tudo que o diabo fez em sua vida foi com a devida permissão de Deus, e de maneira limitada. As seguintes citações bíblicas confirmam que esta estrela só pode se referir a Satanás: “Então, regressaram os setenta, possuídos de alegria, dizendo: Senhor, os próprios demônios se nos submetem pelo teu nome! Mas ele lhes disse: Eu via Satanás caindo do céu como um relâmpago” (Lucas 10.17,18).

O profeta Isaías também escreveu: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!” (Isaías 14.12).
O fato de haver, nesta quinta trombeta, muito mais versos que nas demais, deixa claro que o seu juízo será muito mais rigoroso e doloroso. Isso nos leva a acreditar que o apóstolo João queria definir bem a razão do primeiro “ai”.

As pessoas que ainda estiverem vivendo na Terra, neste período, estarão experimentando a cólera cruel e inclemente de Satanás, uma vez que do poço sairão espíritos imundos, muito piores que os que estão agindo hoje em dia, em todo o mundo. Judas, irmão de Tiago, na sua pequena epístola faz menção a estes demônios, quando diz:


“Quero, pois, lembrar-vos, embora já estejais cientes de tudo uma vez por todas, que o Senhor, tendo libertado um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu, depois, os que não creram; e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia.” Judas 1.5,6.
É muito importante frisar que a classe de demônios agindo neste mundo vive nas regiões celestes, isto é, nos ares. O apóstolo Paulo, dirigido pelo Espírito Santo, afirmou: “porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes”. (Efésios 6.12).

A legião que estava no endemoninhado gadareno pediu ao Senhor Jesus que não os enviasse para o abismo:“Rogavam-Lhe que não os mandasse sair para o abismo” (Lucas 8.31).
E por quê? Porque talvez eles tenham pavor daqueles que estão no abismo! E se isso é verdadeiro, então imagine quando Satanás abrir o poço e soltar os demônios que estão guardados para o grande Dia do Juízo!

O juízo desta quinta trombeta também tem o seu paralelo na oitava praga que foi lançada sobre o Egito. Vejamos o texto bíblico:


“Estendeu, pois, Moisés o seu bordão sobre a terra do Egito, e o Senhor trouxe sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela noite; quando amanheceu, o vento oriental tinha trazido os gafanhotos. E subiram os gafanhotos por toda a terra do Egito e pousaram sobre todo o seu território; eram mui numerosos; antes destes, nunca houve tais gafanhotos, nem depois deles virão outros assim. Porque cobriram a superfície de toda a terra, de modo que a terra se escureceu; devoraram toda a erva da terra e todo fruto das árvores que deixara a chuva de pedras; e não restou nada verde nas árvores, nem na erva do campo, em toda a terra do Egito.” Êxodo 10.13-15.


A diferença principal entre os gafanhotos no Egito e os da quinta trombeta é que os primeiros danificaram as árvores e plantas, enquanto os últimos atormentam os homens por cinco meses, uma vez que lhes foi dado poder como o dos escorpiões.
Os incluídos nos cento e quarenta e quatro mil não são atormentados, pois foi-lhes determinado atormentar somente aqueles que não têm o selo de Deus em suas frontes. A este exército demoníaco estão impostas quatro limitações:

1) Não pode danificar a natureza.

2) Não pode tocar nos selados de Deus.
3) Não tem poder para matar, somente para atormentar.
4) O seu período de atuação é de cinco meses.
Os gafanhotos não têm rei, conforme dizem as Sagradas Escrituras: “os gafanhotos não têm rei; contudo, marcham todos em bandos” (Provérbios 30.27).
Este exército monstruoso de gafanhotos, no entanto, tem um, cujo nome é Abadom, em hebraico, e Apoliom, em grego. Este rei não é Satanás, pois ele abriu o abismo como uma estrela caída. Este rei do abismo é o principal dos que estão presos no poço, e o seu nome significa “destruidor” ou “aniquilador”.
O fato de ser citado em dois idiomas significa que ele e o seu exército atormentarão tanto os judeus quanto os gentios. E, então, após cinco meses de tormento, termina o primeiro “ai”.


Flagelos apocalípticos 


“O sexto anjo tocou a trombeta, e ouvi uma voz procedente dos quatro ângulos do altar de ouro que se encontra na presença de Deus, dizendo ao sexto anjo, o mesmo que tem a trombeta: Solta os quatro anjos que se encontram atados junto ao grande rio Eufrates. Foram, então, soltos os quatro anjos que se achavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, para que matassem a terça parte dos homens.
O número dos exércitos da cavalaria era de vinte mil vezes dez milhares; eu ouvi o seu número. Assim, nesta visão, contemplei que os cavalos e os seus cavaleiros tinham couraças cor de fogo, de jacinto e de enxofre. A cabeça dos cavalos era como cabeça de leão, e de sua boca saía fogo, fumaça e enxofre. Por meio destes três flagelos, a saber, pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saíam da sua boca, foi morta a terça parte dos homens; pois a força dos cavalos estava na sua boca e na sua cauda, porquanto a sua cauda se parecia com serpentes, e tinha cabeça, e com ela causavam dano." Apocalipse 9.13-19.

O juízo desta trombeta é o cumprimento do segundo “ai”. O primeiro atormentou os homens que não tinham o selo de Deus durante cinco meses. No Egito, traçamos um paralelo deste “ai”, pois naquela oportunidade as dez pragas alcançaram apenas o povo egípcio: o povo de Israel se manteve imune a elas.

O tormento do primeiro “ai” será de tal forma que os homens desejarão a morte, e ela fugirá deles. Nesta sexta trombeta de juízo, a situação se inverte: por meio do fogo, da fumaça e do enxofre é morta a terça parte da humanidade.

O juízo desta trombeta é constituído daquilo que os quatro anjos são e fazem. Quando eles foram soltos pelo anjo que tocou a sexta trombeta, um exército de duzentos milhões de cavaleiros saiu para matar. Estes são anjos diabólicos – os anjos celestiais estão sempre livres, a serviço de Deus, e jamais teriam qualquer razão para estarem presos.


Mas tanto a prisão desses quatro anjos quanto a dos duzentos milhões teve uma única razão: eles foram reservados justamente para a hora, o dia, o mês e o ano em que seriam soltos, a fim de executarem o juízo da sexta trombeta contra a humanidade rebelde.

Esses quatro demônios “especiais” lideram os duzentos milhões de cavalos e seus cavaleiros, e com a soltura deles é exterminada a terça parte da humanidade, através do fogo, da fumaça e do enxofre.

Isso representaria hoje quase dois bilhões de seres humanos. Embora toda a execução desta mortandade esteja a cargo de Satanás, só acontecerá como juízo de Deus.

É muito provável que estes duzentos milhões de seres infernais sejam os espíritos guias daqueles que comandarão a mais terrível guerra mundial. Os homens que têm o poder de acionar os botões, para fazer desaparecer cidades inteiras, através de bombas nucleares, são possuídos por demônios que ainda não têm a permissão divina para impulsioná-los.
Mas quando aqueles duzentos milhões de seres satânicos forem livres, para esta finalidade, agirão com toda a liberdade para impulsionar os homens a soltarem as suas bombas assassinas.

O fogo, a fumaça e o enxofre são, na verdade, os elementos que caracterizam as guerras nucleares. Muito embora possamos ter uma ideia daquilo que vai acontecer, pelo que temos visto nos filmes, a realidade será completamente diferente da nossa imaginação.

Os homens que sobreviverem a esta catástrofe, ou seja, os dois terços restantes da humanidade – o que seria hoje algo em torno de quatro bilhões de pessoas – mesmo assim não se arrependerão das suas obras. Continuarão a adorar os demônios e os ídolos de madeira, de pedra ou de metal, que não podem ver, nem ouvir, nem andar.
Talvez o leitor pergunte: Quem adora demônios ou ídolos? A resposta é: todas as pessoas, sem exceção, que não estejam praticando a Palavra de Deus, direta ou indiretamente adoram demônios ou ídolos.
Ainda que a pessoa não creia em nada nem em ninguém, mesmo assim é idólatra. Por quê? Porque amar os familiares, os bens materiais ou até mesmo a própria vida mais do que ao Senhor Deus é uma idolatria.
Qualquer pessoa ou coisa que ocupe o coração, que não seja o Senhor Jesus Cristo, passa a ser idolatria. Podemos conferir o que Deus revela para o apóstolo João, com a máxima expressão de clareza, quando diz:

“Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar; nem ainda se arrependeram dos seus assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.” Apocalipse 9.20,21.

Alguém poderá perguntar: quando eu cometi homicídio, se eu nunca matei alguém? A Bíblia afirma que todas as vezes que uma pessoa odeia a outra está cometendo homicídio.
No texto bíblico que se segue, a palavra “irmão” significa “o seu semelhante”: “Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino; ora, vós sabeis que todo assassino não tem a vida eterna permanente em si” (1 João 3.15).

E feitiçaria? Quando uma pessoa é feiticeira? Basta procurar comunicação com os mortos, acender velas para as almas ou desejar conhecer o futuro através de métodos de prognosticação.

E a respeito de prostituição? Neste aspecto, o Senhor Jesus disse: “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mateus 5.28).

Aqui, adultério está no contexto de prostituição. Se o olhar impuro já produz o adultério, quanto mais a consumação do fato! E sobre furto?
Como uma pessoa pode roubar, tendo um caráter ilibado? A pessoa que não paga os seus dízimos, com fidelidade, constitui-se ladra, porque rouba a Deus! O Senhor mesmo disse: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda” (Malaquias 3.8,9).


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly




é a ocasião de permanecer num espírito inabalável, ao que cuida em preservar-se na Presença do Altíssimo. Pois nenhum daqueles que assim procedem e assim agiram, estão esquecidos.

O Senhor Deus, na Sua longanimidade está aguardando, que todos voltem-se para Ele, com inteireza de coração, e sejam salvos. Pois, Ele não tem prazer na morte de ninguém.



"Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?

Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do homem, achará, porventura, na Terra?[LUCAS 18:7-8].



Quem são os escolhidos do Senhor Deus?

São os que decidem andar na verdade, e assim procedem à luz de Sua Palavra, no discernir de Seu Espírito. Não são, os que andam na mentira, em trevas, segundo o engano de seu próprio coração, este, enganoso e desesperadamente, corrupto.
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... ◦ ◦ ◦  ◦ ◦◦ ◦Livro - Estudo do Apocalipse 
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