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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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Estudo do Apocalipse [texto 071] As sete trombetas de juízo - Parte 1 _ 2 _ 3

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ESTUDO DO APOCALIPSE  As sete trombetas de juízo _ Parte 1 _ texto 071



“O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde.” Apocalipse 8.7.

Acreditamos que quanto mais compreendemos a mensagem do Apocalipse, e de toda a Bíblia, do ponto de vista literal, mais próximos estamos daquilo que os autores sagrados querem realmente dizer.
Cremos também que quanto mais simples e puros de coração nos colocarmos perante a Palavra de Deus, maiores revelações Ele nos fará. As conjecturas e as prováveis interpretações têm criado mais dúvidas e desanimado as pessoas de buscarem o conhecimento das revelações de Deus.
O soar desta primeira trombeta ressalta um fato interessante: suas consequências foram mais catastróficas que as da abertura do quarto selo. Neste, o cavalo amarelo e o seu cavaleiro receberam autoridade para matar a quarta parte da Terra; nesta primeira trombeta, a destruição é sobre a terça parte do planeta.
Uma análise das substâncias que compõem o juízo desta primeira trombeta pode trazer uma luz para a sua melhor compreensão: “...saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra...” Apocalipse 8.7

Ora, saraiva é chuva de gelo; fogo é fogo, e sangue é sangue. A sétima praga sobre a terra do Egito talvez tenha sido uma pequena amostra do juízo desta primeira trombeta: “E Moisés estendeu o seu bordão para o céu; o Senhor deu trovões e chuva de pedras, e fogo desceu sobre a terra; e fez o Senhor cair chuva de pedras sobre a terra do Egito” (Êxodo 9.23).

Aqui só aparecem os elementos pedras e fogo. E o sangue? O que poderia ser este fogo de mistura com sangue atirado sobre a terra?

Em todas as dez pragas do Egito não houve uma sequer que tenha tido o elemento sangue lançado sobre a terra. Temos sim, as águas do Rio Nilo e as suas fontes transformadas em sangue. Mas não sangue vindo do alto!

Por outro lado, sabemos que a terra bebeu o sangue d'Aquele que veio do Céu para salvar a humanidade. E não passou o Senhor Jesus pelo fogo do juízo por causa dos nossos pecados? O Espírito Santo, por intermédio de Paulo, afirma que “...Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo...” 2 Coríntios 5.19.
Também não podemos esquecer que o povo de Israel preferiu que Pilatos soltasse um bandido da prisão a livrar o Filho de Deus da morte, gritando: “...Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos!” Mateus 27.25.
Este sangue que Israel pediu que caísse não seria o sangue do Filho de Deus? Faraó foi muito teimoso em não ouvir a Palavra de Deus; as consequências foram as dez pragas sobre ele e o seu povo.
Da mesma forma a humanidade tem rejeitado a Salvação pela fé no sacrifício do Senhor Jesus. Esta é a razão principal do juízo da primeira trombeta provocar a queima da terça parte da Terra, das árvores e de toda erva verde.

As consequências deste juízo atingem o homem indiretamente. Imagine a terça parte da Terra, das árvores e de toda a vegetação ser queimada! No verão da Califórnia, nos Estados Unidos, alguns acres de terra são incendiados por combustão espontânea, e já é terrível! Imagine a terça parte da Terra!
Isso significa a sua transformação em um verdadeiro deserto, tal qual o Saara, no continente africano, o maior deserto do mundo. Se já havia fome antes, imagine então o que acontecerá com a produção agrícola quando um terço da Terra estiver inutilizado! A fome será triplicada!


As sete trombetas de juízo _ Parte 2 


“O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue, e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações.” Apocalipse 8.8,9.
Não podemos precisar o que significa “...uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar...” (Apocalipse 8.8), mas podemos imaginar que seja um meteoro.

Não podemos garantir nada a este respeito, porém há um estudo que prevê a queda de um meteoro na Terra por volta do ano 2016. Segundo os astrônomos, ele já está avançando. Seja lá o que for, o mais importante, do nosso ponto de vista, é que haverá uma grande destruição com este juízo. A terça parte da Terra já foi queimada; agora é a vez do mar, que perde a terça parte da vida que nele há. Novamente voltemos ao passado, pois ele sempre projeta luz para os dias apocalípticos:


“Fizeram Moisés e Arão como o Senhor lhes havia ordenado: Arão, levantando o bordão, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus oficiais; e toda a água do rio se tornou em sangue. De sorte que os peixes que estavam no rio morreram, o rio cheirou mal, e os egípcios não podiam beber a água do rio; e houve sangue por toda a terra do Egito.” Êxodo 7.20,21.

É impressionante a semelhança entre esta praga do Egito e o juízo da segunda trombeta! Parece até que Deus quis deixar uma pequena amostra do que está reservado para o mundo. Além disso, pelo exemplo desta praga podemos concluir que Deus não precisa de meteoros, bombas ou quaisquer instrumentos para realizar os Seus intentos. A massa em chamas lançada ao mar não só matará a terça parte dos peixes, mas provocará maremotos, os quais causarão danos terríveis a um terço de todas as embarcações.

Este período cruel durante a Grande Tribulação pertence ao Dia do Senhor, que terá início logo após o arrebatamento da Igreja. Sobre este dia o profeta Isaías diz:

“Porque o Dia do Senhor dos Exércitos será contra todo soberbo e altivo e contra todo aquele que se exalta, para que seja abatido; contra todos os cedros do Líbano, altos, mui elevados; e contra todos os carvalhos de Basã; contra todos os montes altos e contra todos os outeiros elevados; contra toda torre alta e contra toda muralha firme; contra todos os navios de Társis e contra tudo o que é belo à vista.

A arrogância do homem será abatida, e a sua altivez será humilhada; só o Senhor será exaltado naquele dia. Os ídolos serão de todo destruídos. Então, os homens se meterão nas cavernas das rochas e nos buracos da terra, ante o terror do Senhor e a glória da Sua majestade, quando Ele se levantar para espantar a terra. Naquele dia, os homens lançarão às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem, e meter-se-ão pelas fendas das rochas e pelas cavernas das penhas, ante o terror do Senhor e a glória da sua majestade, quando Ele se levantar para espantar a terra.” Isaías 2.12-21.



As sete trombetas de juízo _ Parte 3 


“O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas.” Apocalipse 8.10,11.
O elemento central do juízo desta trombeta é a grande estrela chamada Absinto, que cai sobre as fontes de águas, tornando-as amargas. Absinto, planta aromática e amarga, aparece na Bíblia assim como o fel, para expressar algo amargo. É como escreveu o rei Salomão: “porque os lábios da mulher adúltera destilam favos de mel, e as suas palavras são mais suaves do que o azeite; mas o fim dela é amargoso como o absinto, agudo, como a espada de dois gumes.” (Provérbios 5.3,4).

No Antigo Testamento encontramos o relato sobre as águas de Mara, que eram amargas, impedindo o povo de Israel, depois de peregrinar três dias pelo deserto – cerca de três milhões de pessoas – de bebê-las:

“Fez Moisés partir a Israel do mar Vermelho, e saíram para o deserto de Sur; caminharam três dias no deserto e não acharam água. Afinal, chegaram a Mara; todavia, não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se-lhe Mara. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? Então, Moisés clamou ao Senhor, e o Senhor lhe mostrou uma árvore; lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces...”. Êxodo 15.22-25.
Neste acontecimento, Deus mostra claramente o Seu cuidado para com o povo, provendo uma árvore para tornar doces as águas amargas. Esta árvore simboliza o Senhor Jesus: é Ele quem tira as amarguras dos caminhos do ser humano. No Novo Testamento também encontramos um momento de grande amargura, quando o Senhor Jesus estava consumando a obra de Salvação. Abandonado, sofrendo na alma e na carne, cansado e sedento, a poucos minutos do Seu sacrifício final pela humanidade, Ele pediu água.

Em vez de água, deram-Lhe uma mistura de vinho com fel. Esta mistura é também traduzida por “absinto”:“deram-Lhe a beber vinho com fel; mas Ele, provando-o, não o quis beber” (Mateus 27.34).

É triste admitir, mas enquanto Deus, com o Seu imenso amor, procura de todas as formas aproximar o homem dEle, o homem, amando mais o mundo e o pecado, afasta-se do Criador.

É lamentável constatar, mas aqueles que têm dispensado a compaixão divina e negado a fé no Filho de Deus hão de provar as águas amargas e o fel dos juízos de Deus!


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


Podemos observar em todas estas coisas, a imutável fidelidade diante  do obscuro terror da infidelidade.

De modo que, o proceder infiel comum ao que não teme ao Senhor Deus, não é compreensível. Porque todos possuem a oportunidade de andar na Sua Presença. Mas, por qual razão alguém resolveria consigo, opor-se ao verdadeiro bem?



Em que consiste o horror de um coração infiel?
"Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos. Porque a transgressão o lisonjeia a seus olhos e lhe diz que a sua iniquidade não há de ser descoberta, nem detestada." [SALMOS 36:1-2].
Assim, por sua própria volubilidade, resigna-se. 

"As palavras de sua boca são malícia e dolo; abjurou o discernimento e a prática do bem. No seu leito, maquina a perversidade, detém-se em caminho que não é bom, não se desapega do mal." [SALMOS 36:3-4].

Assim, um tempo singular é concedido a todos, a fim de que enquanto respiram, considerem as verdades eternas. Pois cada ser humano foi gerado pela palavra da verdade, cujo desígnio fundamenta-se num espírito fiel.


"Pois, segundo o Seu querer, Ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das Suas criaturas." [TIAGO  1:18].


À semelhança do tempo de vida que possuem enquanto respiram, o tempo concedido para que haja a reconciliação com o Senhor Deus, igualmente termina. Havendo chegado, então haverá o executar do juízo. Igual entendimento podemos observar no que concerne aos dias de manifestação das trombetas de juízo.


Pois é inevitável a justificação para os salvos, e o juízo para os não salvos. Assim como o amanhecer e o anoitecer que é concedido a todos. Por isso, estas palavras da verdade, existem ao dispor daquele que quer conhecer, a verdade:


"Continua a tua benignidade aos que Te conhecem, a Tua justiça, aos retos de coração [ espírito].[SALMOS  36:10].
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... ◦ ◦ ◦  ◦ ◦◦ ◦Livro - Estudo do Apocalipse 
http://www.arcacenter.com.br/livros/estudos-biblicos/estudo-do-apocalipse-volume-unico.html

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