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A verdade? A verdade não é religião e não é o que fundamenta a ética, por sua vez imbuída de conceitualizações, justas e injustas. E sim, é verdade que o Altíssimo Senhor Deus, em Cristo Jesus, pelo Espírito do SENHOR, não tem nenhum vínculo com religião alguma, tampouco com o ecumenismo e a paz mundial que muitas pessoas pensam estar construindo. A verdade não é religião, tampouco a religião é a união pelo amor da verdade. Ao contrário, é a união pelo amor da mentira. As comprovações desta verdade? Todas as injustiças com suas inverdades. .◦◦◦ ◦ ◦ ◦::.

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Estudo do Apocalipse [texto065] A grande tribulação parte 1 do estudo _ parte 2

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ESTUDO DO APOCALIPSE  A grande tribulação parte 1 do estudo _ parte 2 _ texto 065



O Senhor Jesus confirmou as palavras dos profetas do passado, com relação à Grande Tribulação, quando proferiu o sermão profético. Muito se tem escrito a esse respeito, e também muitos têm interpretado esse tempo de agonia profunda de maneira diversificada.
Dentre várias interpretações, há aquela que não só corresponde ao sentido literal da Bíblia, mas também à progressão e rapidez dos fatos caóticos que se sucedem a cada dia no nosso planeta.
Sendo assim, acredita se que a Grande Tribulação terá duração de sete anos. Mas considerando a Grande Tribulação propriamente dita, ela começará na segunda metade da septuagésima semana de anos.

Os primeiros três anos e meio da tribulação são o tempo do engano mundial com o anticristo; especialmente do engano de Israel. A Grande Tribulação acontece na segunda metade dos sete anos.
Alguns teólogos creem que o atual líder da Babilônia será substituído por outro, convertido do judaísmo à religião que se diz dominante. Isto será feito com vistas ao principal objetivo da Babilônia, que é transferir a sua sede mundial para Jerusalém.
A História registra que essa ambição babilônica tem sido buscada ao longo dos séculos, pois os sacerdotes da Babilônia não podem admitir que a sua religião tenha a sua sede mundial justamente no mesmo lugar em que foram cometidas as maiores atrocidades contra os verdadeiros discípulos do Senhor Jesus, e no mesmo chão onde foi derramado o sangue de milhares de inocentes!
Este tem sido o espinho atravessado na garganta da Babilônia! E aí também está a razão pela qual a sua sede mundial não tinha relações diplomáticas com Israel.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o líder supremo da Babilônia deu um grande passo para chegar ao seu objetivo: colaborou com o partido nazista, a fim de eliminar todos os judeus da Europa e, assim, impedir que o Estado de Israel pudesse ser novamente erguido. Mas é como está escrito: “Ele frustra as maquinações dos astutos, para que as suas mãos não possam realizar seus projetos. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita” (Jó 5:12,13).

O fato de a Babilônia ter sido conivente com Hitler na matança de seis milhões de judeus – além de mais de cinquenta milhões de pessoas durante toda a Segunda Guerra Mundial – ocorreu porque ela mantém bem viva a sua obsessão antiga.
Mas como o próprio Deus já havia determinado a reconstrução do Estado de Israel, nem toda a força política do mundo pôde impedir que isto se tornasse realidade.
O próximo líder supremo da Babilônia, como vimos, deverá ser um ex-judeu, e se isto acontecer, então que a Igreja do Senhor Jesus se prepare, pois o fim terá chegado!
Das Escrituras Sagradas podemos concluir que a Tribulação começa com a assinatura de uma aliança entre a Babilônia, representada pelo anticristo, e Israel. Isso acontecerá tão logo ocorra a morte do atual líder babilônico.

Tudo se dará muito rápido. A mesquita muçulmana em Jerusalém deverá ser destruída por um terremoto, e quase que imediatamente se construirá o terceiro templo dos judeus, e os serviços de sacrifícios judaicos entrarão automaticamente em vigor. Daniel profetizou a esse respeito, dizendo: “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.” Daniel 9:27.
Ora, este “ele” se refere ao anticristo, e o “assolador” nos remete ao domínio cruel da besta. Durante a metade da primeira semana, o anticristo fará aliança com Israel e permitirá que seja reconstruído o terceiro templo, no lugar da mesquita muçulmana.
Mas após três anos e meio ele fará cessar os sacrifícios e a oferta de manjares. É justamente aí que ele será identificado como inimigo número um de Israel; mas então será tarde demais.


A grande tribulação _ parte 2 do estudo


Haverá um período de aflição incomparável e terrível juízo atingindo toda a Terra. Trata-se de um tempo muito especial, o tempo da angústia de Jacó, conforme registrou o profeta Jeremias: “Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela” (Jeremias 30:7).
Mais detalhes sobre a Grande Tribulação serão dados nos próximos capítulos. Entretanto, é importante guardar algumas palavras chaves sobre a última parte das setenta semanas de anos.
Será o tempo de domínio cruel da besta que emerge do mar: “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia” (Apocalipse 13:1).
No princípio dos últimos três anos e meio, o anticristo romperá a aliança com os judeus, mostrando se no templo e exigindo veneração divina.
É justamente a respeito disto que o Senhor Jesus diz: “Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda)” (Mateus 24:15). A profecia de Daniel diz: “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.” Daniel 9:26,27.

O apóstolo Paulo também se referiu a esse tempo, na sua segunda carta aos cristãos de Tessalônica, dizendo: “o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2 Tessalonicenses 2:4).
A interferência ativa de Satanás, que manifesta grande cólera e dá a sua autoridade à besta, é outra característica catastrófica da Grande Tribulação, conforme diz o apóstolo João: “e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta...” (Apocalipse 13:4).
Nesta época, os demônios desenvolverão uma atividade nunca vista até então. Será o tempo dos terríveis juízos causados pelo derramamento das taças da cólera de Deus, conforme o décimo sexto capítulo do Apocalipse.
Assim, sabemos exatamente de qual situação vem a grande multidão (Apocalipse 7:9). Com isso chegamos à pergunta: Quem são as pessoas desta grande multidão?
São pessoas de todas as nações, tribos, povos e línguas. Pessoas que conhecíamos e que eram cristãs apenas de nome. Elas desprezaram a advertência do Senhor Jesus, quando disse: “Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mateus 24:44).
Muitos desses cristãos serão deixados para trás, porque não deram importância à proximidade do arrebatamento e não se prepararam, exatamente como no tempo de Noé. O próprio Senhor adverte: “Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.” Mateus 24:38,39.

As pessoas, no tempo de Noé, só perceberam o que estava acontecendo quando já era tarde demais. Exatamente assim será o arrebatamento. Muitos que hoje não dão importância chegarão naqueles dias à fé viva no Senhor Jesus Cristo. Eles se arrependerão e se converterão em meio às lágrimas.
Mesmo convertidos, continuarão sofrendo, pois serão dias muito difíceis. Se está escrito “Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum” (Apocalipse 7.16), podemos então imaginar o que eles terão de passar antes de se juntarem à multidão inumerável.

Durante a Grande Tribulação haverá muita fome e sede na Terra, porque tudo estará destruído. Agora podemos entender melhor as palavras do Senhor Jesus: “Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado” (Mateus 24:19,20).
O problema é que a fome e a sede certamente irão sacrificar adultos e crianças. Além disso, eles terão que sofrer sob o extremo calor do sol, pois quando ocorre a visão no Céu, é prometido a eles que esta aflição também acabará para sempre: “...não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum” (Apocalipse 7:16).
Deus mesmo habitará sobre eles e será a sua proteção, razão pela qual se acham diante do trono de Deus e O servem de dia e de noite no Seu santuário; e Aquele que Se assenta no trono estenderá sobre eles o Seu tabernáculo.
Concluímos que aqueles que ficarem para trás sofrerão os horrores da fome; da sede; do sol; do ardor da angústia e do desespero, que nunca e jamais podem ser comparados com as pequenas tribulações pelas quais o cristão passa hoje.
Perseguições, prisões, humilhações e todas as formas de provações por que temos passado aqui, antes do arrebatamento, não devem e nem podem ser levadas em consideração diante daquilo que os novos convertidos durante a Grande Tribulação irão passar! Dessa grande multidão (Apocalipse 7:9) fazem parte não só muitos cristãos “de fachada”, os quais se converteram posteriormente, mas sem dúvida alguma muitos milhões do chamado Terceiro Mundo, que ainda não conhecem a mensagem do Evangelho.
Este é o motivo pelo qual temos de espalhar a mensagem da salvação o mais rápido possível, por todo o mundo, especialmente para os que vivem em condições de miséria.
Muitas pessoas, que têm aceitado o Senhor Jesus, desanimam e voltam à vida anterior, por causa dos problemas do cotidiano. Mas com os apertos da Grande Tribulação, com certeza elas irão se lembrar da mensagem da salvação no Senhor Jesus e irão se voltar para Ele, de todo o coração.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai."
 [1 JOÃO 2:22-23].
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Estudo do Apocalipse [texto064] Os selados de Deus _ A marca especial dos selados

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ESTUDO DO APOCALIPSE  Os selados de Deus  _ A marca especial dos selados _ texto 064



"Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, dizendo:
Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus.

Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel: da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil; da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim foram selados doze mil."Apocalipse 7:1-8.

Muitos estudiosos do Apocalipse têm considerado este capítulo como uma pausa entre o sexto e o sétimo selos. Isto porque se vê a transparência da graça de Deus para com uma classe especial de pessoas. Esses cento e quarenta e quatro mil selados têm sido justamente o grande problema destes versos.
Há muitas versões com respeito a este grupo de pessoas, mas se o analisarmos, do ponto de vista literal, junto com a história da Igreja do Senhor, verificaremos que existe um paralelo entre eles, pois muitos dos que se converteram ao Senhor também foram selados, só que com um selo diferente do desses filhos de Israel.

O selo que os seguidores do Senhor Jesus têm recebido é o batismo com o Espírito Santo, conforme as seguintes palavras:
"em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória." Efésios 1:13,14.

Isso significa dizer que Deus colocou a Sua marca   naqueles que creram e praticaram a Sua Palavra, e, além disso, buscaram a Sua presença, a fim de lhes garantir a salvação até o dia da redenção final, ou da volta do Senhor Jesus.
Em outras palavras, o selo do Espírito Santo é como uma joia preciosa que é colocada como garantia até o resgate final: a salvação eterna.
Também podemos comparar com a aquisição de uma propriedade: antes de se concluir o seu pagamento total, há um contrato de promessa de compra e venda, que serve justamente para garantir o final da compra.
O Espírito Santo é esta promessa que garante a salvação eterna. É justamente isto que significa "...o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória" (Efésios 1:14).

Existem também aqueles cristãos que não foram selados ou batizados com o Espírito Santo, mas serão salvos. Esta parece ser a ideia principal com respeito a este grupo de cento e quarenta e quatro mil pessoas seladas: é o restante do povo de Israel que será salvo.

Acredita-se que este grupo especial de judeus seja apenas um remanescente de todo o povo de Israel. Tal grupo deverá ser salvo e selado simultaneamente ao período da Grande Tribulação. Mas o restante de Israel, que ainda aguarda a vinda do Messias, somente será convertido na volta do Senhor Jesus Cristo.
Também o tipo de selo desse grupo não será como o dos cristãos batizados com o Espírito Santo, pois a essa altura, na Grande Tribulação, o Espírito de Deus já não estará mais na Terra.


A marca especial dos selados


A selagem destas pessoas deverá ser uma marca especial de Deus na testa de cada um. O profeta Ezequiel também fez referência a um fato semelhante ao desse grupo de selados, quando disse:

"Então, ouvi que gritava em alta voz, dizendo: Chegai-vos, vós executores da cidade, cada um com a sua arma destruidora na mão. Eis que vinham seis homens a caminho da porta superior, que olha para o norte, cada um com a sua arma esmagadora na mão, e entre eles, certo homem vestido de linho, com um estojo de escrevedor à cintura; entraram e se puseram junto ao altar de bronze.
A glória do Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, indo até à entrada da casa; e o Senhor clamou ao homem vestido de linho, que tinha o estojo de escrevedor à cintura, e lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela.
Aos outros disse, ouvindo eu: Passai pela cidade após ele; e, sem que os vossos olhos poupem e sem que vos compadeçais, matai; matai a velhos, a moços e a virgens, a crianças e a mulheres, até exterminá-los; mas a todo homem que tiver o sinal não vos chegueis; começai pelo meu santuário." Ezequiel 9:1-6.

Este grupo de cento e quarenta e quatro mil será imune a toda a destruição da Grande Tribulação. Uma das coisas mais importantes, a nosso ver, nessa visão de João, com respeito à selagem dos filhos de Israel, é a falta de uma das tribos.

Dentre todos os filhos de Israel, apenas a tribo de Dã não está relacionada entre os selados. Por quê? Os filhos de Israel foram estes:

De Lia: Rúben (o primogênito); Simeão; Levi; Judá; Issacar; Zebulom.
De Raquel: José e Benjamim.
De Zilpa, serva de Lia: Gade e Aser.
De Bila, serva de Raquel: Dã e Naftali.
Dentre os que foram selados, temos: doze mil de Judá; doze mil de Rúben; doze mil de Gade; doze mil de Aser; doze mil de Naftali; doze mil de Manassés; doze mil de Simeão; doze mil de Levi; doze mil de Issacar; doze mil de Zebulom; doze mil de José e doze mil de Benjamim.

Como podemos observar, Manassés, filho de José, e portanto neto de Israel, substituiu Dã. Para que possamos entender o porquê da sua substituição, precisamos recordar a sua história.

Dã era o quinto filho de Jacó e era filho de Bila, a serva de Raquel. Quando Jacó desceu ao Egito, Dã tinha apenas um filho, chamado Husim. Em contraste a isso, Benjamim, o filho mais moço de Jacó, tinha naquele tempo dez filhos.
Dois séculos mais tarde, no entanto, Dã era a tribo mais numerosa depois de Judá, a qual tinha 72.700 homens capazes de sair à guerra, e Dã tinha 62.700 homens.
A tribo de Dã tinha uma posição destacada na ordem do acampamento, e era ela que levava um dos quatro estandartes principais, além de ter a in-cumbência de proteger, com os seus homens, toda a retaguarda do exército.


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Observações por:   Blog Heavenly Heavenly


"Por isso, também eu, tendo ouvido a fé que há entre vós no Senhor Jesus e o amor para com todos os santos, não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas minhas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento d'Ele, iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do Seu poder; o qual exerceu Ele em Cristo, ressuscitando-O dentre os mortos e fazendo-O sentar à Sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro.

E pôs todas as cousas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as cousas, O deu à Igreja, a qual é o Seu corpo, a plenitude d'Aquele que a tudo enche em todas as cousas."[ EFÉSIOS 1: 15-23].
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